- Justiça do Distrito Federal proíbe a venda de área ambiental na Serrinha do Paranoá para cobrir rombo do BRB, sob pena de multa de R$ 500 milhões por ato.
- A decisão aponta risco de subavaliação da área, estimada como terra rural, o que below o valor de uma eventual venda.
- A Serrinha do Paranoá fica entre Varjão e Paranoá e abriga 119 minas d’água que abastecem o Lago Paranoá.
- Juiz ressalta que vendas feitas com pressa costumam gerar prejuízos financeiros e podem prejudicar o patrimônio público.
- O governador Ibaneis Rocha propôs usar imóveis públicos como garantia para salvar o BRB, incluindo terreno de 716 hectares na Serrinha, avaliado em cerca de R$ 2,2 bilhões; o BRB enfrenta crise de liquidez após prejuízos envolvendo o Banco Master, com investigação da Polícia Federal sobre suposta fraude em créditos de cerca de R$ 12,2 bilhões.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios proibiu a venda de uma área ambiental para cobrir o rombo do Banco de Brasília (BRB). A decisão aponta risco de subavaliação de ativos na Serrinha do Paranoá.
A área fica entre as regiões administrativas Varjão e Paranoá e abriga cerrado nativo com 119 minas d’água que abastecem o Lago Paranoá. Ambientalistas e moradores criticam a proposta do governo.
A proibição, assinada pelo juiz Carlos Frederico de Medeiros, estabelece multa de R$ 500 milhões por ato de venda ou modificação da área. A avaliação da terra foi considerada rural, o que pode reduzir o preço.
Situação do imóvel e contexto financeiro
O BRB enfrenta crise de liquidez após prejuízos ligados à compra de créditos do Banco Master. A Polícia Federal investiga suspeitas de fraude envolvendo aproximadamente R$ 12,2 bilhões. O governador Ibaneis Rocha propôs usar imóveis públicos como garantia para salvar o BRB, incluindo a Serrinha do Paranoá, avaliada em cerca de R$ 2,2 bilhões.
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