- Daniel Vorcaro foi transferido nesta segunda-feira (23) para dependências maiores da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde está preso desde a noite de quinta-feira (19).
- A nova cela tem cerca de 12 metros quadrados, com sala, mesa, cadeira, cama de solteiro e banheiro privativo; antes ele ficou em uma cela de 6 metros quadrados.
- O espaço utilizado por Bolsonaro quando esteve preso na PF fica na mesma área, conhecida como “sala de Estado”.
- A transferência atendeu a pedido da defesa do banqueiro, segundo informou o ministro André Mendonça.
- Vorcaro é investigado por crimes financeiros, além de envolvimento em pagamentos indevidos a agentes públicos e na criação de uma suposta milícia privada para monitorar autoridades e jornalistas.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi transferido nesta segunda-feira (23) para dependências maiores na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde já estava detido desde a noite de quinta-feira (19). A mudança ocorreu após pedido da defesa do empresário, atendido pela autoridade competente.
A nova cela tem 12 m², com sala conectada, mesa, cadeira, cama de solteiro com colchão e banheiro privativo. O espaço também possui ar-condicionado, janela, armário e frigobar. Anteriormente, Vorcaro cumpria pena em uma cela de 6 m² na Penitenciária Federal de Brasília.
Procedimentos anteriores e contexto
Antes da transferência, o banqueiro permanecia em uma cela isolada na penitenciária, com regras rígidas de detenção. Ao chegar à Superintendência da PF, foi acomodado provisoriamente em uma cela para presos provisórios, de pouco menos de 9 m².
O prédio da PF em Brasília já hospedou, no passado, o mesmo espaço usado como “Sala de Estado” para manter preso o ex-presidente Jair Bolsonaro, entre novembro de 2025 e janeiro deste ano. No episódio envolvendo Vorcaro, a mudança visa atender a pedido da defesa e ajustar as condições de detenção.
Sobre Vorcaro e investigação
O empresário é investigado por crimes financeiros, além de eventual envolvimento em pagamentos indevidos a agentes públicos e na organização de uma suposta milícia privada para monitorar autoridades e perseguir jornalistas. A PF não divulgou detalhes adicionais sobre o andamento do caso ou sobre a duração prevista da estadia de Vorcaro na nova cela.
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