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Vorcaro assina acordo de confidencialidade com a PF para delação

Vorcaro assina confidencialidade com PF e PGR; transferência para a Superintendência facilita delação e acesso aos investigadores

Foto: Reprodução/PF
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  • Daniel Vorcaro assinou termo de confidencialidade com a Polícia Federal e com a Procuradoria-Geral da República para iniciar colaboração premiada, após ser transferido para a Superintendência da PF em Brasília.
  • Ele permanece preso preventivamente desde 4 de março na Penitenciária Federal; a transferência ocorreu de helicóptero por questões de segurança.
  • As investigações apontam esquema de fraude bilionária no Banco Master, corrupção e interferência em órgãos reguladores; oito aparelhos do banqueiro foram apreendidos, e apenas um já foi periciado.
  • A Polícia Federal espera entregar nos próximos dias um novo relatório ao ministro André Mendonça com informações de outro aparelho; os resultados da primeira perícia foram vazados à CPMI do INSS.
  • Encontros de Vorcaro com autoridades públicas aparecem em conversas com a ex-namorada Martha Graeff, aumentando o clima de suspeita no Congresso e no STF, com a expectativa de delação que pode envolver ou poupar ministros, conforme interesse da PGR e da PF.

Daniel Vorcaro assinou nesta quinta-feira, 19, um termo de confidencialidade com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. A ação marca o início formal da colaboração premiada do ex-CEO do Banco Master.

Após ser transferido para a Superintendência da PF em Brasília, o banqueiro passou a ter acesso mais direto aos investigadores. A transferência ocorreu de helicóptero, por questões de segurança.

Vorcaro está preso preventivamente desde 4 de março na Penitenciária Federal. A mudança de custódia visa facilitar as negociações e o trabalho com os advogados durante o processo de delação.

O caso envolve suspeitas de fraude bilionária no Master, corrupção e interferência em órgãos reguladores. O Ministério Público e a PF relatam apreensões de oito aparelhos do empresário; apenas um foi periciado.

Espera-se que, nos próximos dias, a PF apresente novo relatório ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF, com dados obtidos em outro aparelho de Vorcaro. Resultados da primeira perícia já foram vazados.

Conversa de Vorcaro com a ex-namorada Martha Graeff é citada como indicativo de clima de suspeita sobre autoridades. O episódio contribui para pressões sobre o Congresso Nacional e o STF.

No STF, o ministro Dias Toffoli tem sido questionado sobre sua relação com o banco, após admitir venda de cotas de empresa sua ligada ao Master. Toffoli se afastou do caso diante da oposição interna.

O Ministério Público e a PF indicam que a delação pode incluir ou excluir nomes conforme interesses institucionais. A validade depende de confirmação pelas investigações e de homologação do STF.

Carlos Viana afirmou que a Anatel apontou a existência de número funcional do STF entre dados apreendidos, o que intensifica o escrutínio sobre o acesso a informações. A defesa de Vorcaro já contesta parte do material.

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