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Veterano dos EUA acusado de conspiração em protesto contra ICE não se declara culpado

Veterano do Exército dos EUA nega culpa em caso de conspiração ligado a protesto contra o ICE; pode pegar até seis anos de prisão

Bajun Mavalwalla.
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  • Um veterano do Exército dos EUA, Bajun Mavalwalla, foi preso em acusações federais de conspiração por participação em protesto contra o ICE, em Spokane, Washington, em junho de 2025.
  • Ele se declarou inocente e afirmou não ter feito parte de qualquer conspiração, defendendo que o direito de protestar é fundamental.
  • Se condenado, ele pode pegar até seis anos de prisão, três anos de regime supervisionado e pagar uma multa de 250 mil dólares.
  • O protesto de onze de junho foi confrontacional, com danos a um veículo do governo; Mavalwalla não foi detido na ação inicial, mas foi incluído na acusação meses depois.
  • Quatro dos oito co-réus já aceitaram acordos com a promotoria, reconhecendo ter contribuído para impedir agentes do ICE, enquanto Mavalwalla continua processando o caso.

Bajun Mavalwalla, veterano do Exército dos EUA, foi acusado federalmente de conspiração após participar de um protesto contra o ICE em Spokane, Washington, em junho de 2025. A acusação sustenta que ele tentou impedir ou ferir um agente federal durante a abordagem a imigrantes detidos. O veterano, de 36 anos, não se declarou culpado.

A defesa argumenta que o direito de protestar é fundamental na democracia. Mavalwalla afirma não ter participado de qualquer plano de conspiração e relata que apenas acompanhava as ações por meio de redes sociais no dia do evento. Ele está em liberdade mediante fiança, com possibilidade de até seis anos de prisão caso seja condenado.

O protesto de 11 de junho ficou marcado por confrontos entre manifestantes e agentes federais ao lado de um prédio governamental onde imigrantes eram mantidos. Um veículo do governo foi danificado e houve formação de cordões de solidariedade entre os manifestantes.

Em julgamento, o Ministério da Justiça disse respeitar a Primeira Emenda, mas esclareceu que obstrução de operações de imigração e colocar agentes em risco não seriam toleradas. O caso envolve também a condução de investigações por parte de procuradores de várias regiões dos EUA.

Richard Barker, então procurador interino da região leste de Washington, pediu demissão após a decisão de indiciar Mavalwalla e outros oito manifestantes. Barker disse que ninguém ficou ferido e que não foi violada a integridade dos agentes, ainda que tenha divergido do uso de acusações de conspiração.

Ao longo do mês seguinte, a Justiça intensificou o uso de acusações por conspiração em protestos contra o ICE. Outros casos similares surgiram em Chicago e investigações alcançaram figuras públicas no Minnesota, ampliando o debate sobre limites da liberdade de expressão.

Seis dos oito co-denunciados já aceitaram acordos com reduzido a 18 meses de liberdade condicional. Mavalwalla, cuja família tem histórico de serviço militar, mantém posição de que não cometeu crime e continua disposto a enfrentar o processo judicial.

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