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PMs são condenados por fraude no local da morte de Kathlen Romeu

Policiais militares são condenados por fraude no local da morte de Kathlen Romeu; pena de dois anos e quinze dias, regime aberto, substituída por três anos

Kathleen Romeu. Créditos: Divulgação Créditos: Divulgação
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  • A Justiça do Rio condenou o sargento Rafael Chaves de Oliveira e os cabos Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salvian por fraude no local do assassinato de Kathlen Romeu, ocorrido em junho de 2021 na zona norte.
  • A pena prevista foi de dois anos e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, com 15 dias-multa; a substituição condicional da pena pode ocorrer após três anos, com condições definidas pela Vara de Execuções Penais.
  • A decisão da Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça decorre de recurso do Ministério Público, após a absolvição dos policiais pela Justiça Militar em agosto do ano anterior.
  • Rodrigo Frias e Marcos Salvian vão a júri popular, com data ainda a ser definida.
  • A mãe da vítima criticou a pena nas redes sociais, ressaltando dor e cobrança por justiça; Kathlen Romeu tinha 24 anos e estava grávida de quatro meses quando foi atingida por tiro de fuzil durante operação policial no Complexo do Lins.

A Justiça do Rio de Janeiro condenou três militares pelo uso irregular da cena do crime na morte da jovem Kathlen Romeu, em junho de 2021, no Complexo do Lins, zona norte. Kathlen foi morta por um tiro durante uma operação policial.

Condenação envolve o sargento Rafael Chaves de Oliveira e os cabos Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salvian. Eles receberam duas anos e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, além de 15 dias-multa. O tribunal ainda fixou a possibilidade de substituição da pena por três anos, com condições a serem definidas pela Vara de Execuções Penais.

Decisão e desdobramentos

A sentença é resultado de recurso do Ministério Público, após a Justiça Militar ter absolvido os três policiais em agosto do ano passado. Rodrigo Frias e Marcos Salvian, acusados pela morte de Kathlen Romeu, vão a júri popular, com data a ser definida.

A mãe da vítima, Jackeline Oliveira, comentou a decisão nas redes sociais, afirmando que a pena é insuficiente e que houve injustiça. Kathlen Romeu tinha 24 anos e estava grávida de quatro meses quando foi atingida por um tiro de fuzil durante a operação policial, ao deixar a casa da avó.

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