- Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva de Ronaldo Ferreira, acusado de agredir a ex-companheira dentro de um elevador no local de trabalho, em Guarulhos.
- A medida foi tomada após recurso do promotor Gustavo Macri Morais, que pediu suspensão da decisão de liberdade provisória dada na audiência de custódia.
- O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ressaltou riscos da liberdade, incluindo a possibilidade de novas agressões ou fuga diante da repercussão do caso.
- O registro foi feito por câmeras de segurança: o agressor perseguiu a vítima, entrou no prédio, pulou a catraca e atacou-a no elevador; a presença de uma testemunha impediu que as agressões continuassem.
- A investigação aponta que o crime teve motivação relacionada ao término do relacionamento e à pensão alimentícia; o Ministério Público ofereceu denúncia por lesão corporal com agravante de violência contra mulher e coação no curso do processo.
A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva de Ronaldo Ferreira, acusado de agredir a ex-companheira no elevador do prédio onde ela trabalha, em Guarulhos. Ele havia sido solto na audiência de custódia.
Segundo o Ministério Público, a decisão visa proteger a ordem pública e evitar novas agressões, diante da repercussão do caso. O Tribunal de Justiça suspendeu a liberdade provisória concedida anteriormente.
O crime foi registrado por câmeras de segurança do local. A vítima foi surpreendida pelo ex-companheiro, que a perseguiu pelo prédio e a atacou dentro do elevador, sendo a ação interrompida pela intervenção de uma testemunha.
A motivação seria o fim do relacionamento e a pensão alimentícia ajuizada pela vítima, com quem tem um filho de sete meses. O MP-SP ofereceu denúncia por lesão corporal com agravante de violência contra mulher e coação no curso do processo.
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