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Bolsonaro é internado após risco de morte, segundo relatório da PM-DF

Bolsonaro segue internado na UTI do DF Star com pneumonia bilateral, transferência por risco de morte e sem previsão de alta; relatório à STF detalha ações

O ex-presidente Jair Bolsonaro após exames em 16 de agosto de 2025. Foto: Evaristo Sá/AFP
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  • A Polícia Militar do Distrito Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um relatório sobre as atividades de Jair Bolsonaro entre 12 e 18 de março.
  • A transferência para o Hospital DF Star ocorreu na sexta-feira 13, em razão do risco de morte do custodiado.
  • Bolsonaro segue internado na Unidade de Terapia Intensiva, tratando pneumonia bacteriana bilateral, sem previsão de alta.
  • Segundo o relatório, ele recebeu visitas diárias dos filhos e da esposa, não realizou atividades laborais ou de leitura e passou por consultas, exames e sessões de fisioterapia.
  • O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses na Papudinha; a defesa pediu prisão domiciliar na terça-feira 17, cabendo ao relator Alexandre de Moraes decidir.

O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital DF Star, em Brasília, após transferido na sexta-feira (13) em razão do risco de morte do custodiado. Ele enfrenta pneumonia bacteriana bilateral e não há previsão de alta.

Segundo relatório da Polícia Militar do Distrito Federal enviado ao STF, a transferência ocorreu devido ao risco de morte. A médica Ana Cristina registrou a condição clínica que motivou a mudança de unidade de saúde.

Bolsonaro está sob cuidados médicos desde o dia 12 até o dia 18 de março, conforme o documento. O estado de saúde dele levou a sessões de fisioterapia, exames e consultas, sem atividades laborais ou de leitura registradas. Os familiares costumavam visitá-lo diariamente, conforme o relatório.

Pauta jurídica e desdobramentos

O ex-presidente cumpre uma pena de 27 anos e três meses de prisão na Papudinha, por liderar a tentativa de golpe de Estado. Na última terça-feira (17), a defesa informou ter solicitado novamente a concessão de prisão domiciliar, decisão que fica a cargo de Alexandre de Moraes, relator da execução penal. Parte dos colegas do ministro no STF sustenta acolher o pleito.

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