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Prisão de tenente-coronel indiciado por matar esposa PM em SP

Polícia prende tenente-coronel em São José dos Campos por feminicídio e fraude processual; cenário do crime é questionado e suicídio é descartado

Prisão tenente-coronel em São José. Créditos: Peterson Grecco/TV Vanguarda
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  • O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso na manhã desta quarta-feira 18, em São José dos Campos, indiciado por feminicídio e fraude processual no caso da morte da soldado Gisele Alves Santana.
  • Ele foi encaminhado ao 8º Distrito Policial, no Brás, para ser ouvido e formalmente indiciado; após os procedimentos, deverá passar por exame de corpo de delito e seguir para o Presídio Militar Romão Gomes, na capital.
  • A Secretaria de Segurança Pública explicou que a hipótese de suicídio foi descartada com base em provas periciais do Instituto Médico Legal, que também indicaram alterações na cena do crime, cuja natureza não foi detalhada por ainda se manter sob sigilo.
  • A cápsula da bala não foi localizada, mas o projétil alojado na cabeça da vítima foi compatível com o modelo da arma presente na cena; os laudos também mostraram lesões no rosto e no pescoço compatíveis com pressão digital e unhas, sem pólvora nas mãos de Gisele.
  • Houve divergência cronológica de cerca de trinta minutos entre o momento do crime e o pedido de socorro; as autoria das lesões por impressões digitais será confirmada pela Polícia Técnico-Científica, e os inquéritos seguem sob investigação.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso nesta quarta-feira 18 em sua residência, em São José dos Campos, SP. Ele é indiciado por feminicídio e fraude processual no caso da morte da soldado Gisele Alves Santana.

A prisão ocorreu após as investigações das polícias Civil e Militar. O militar foi encaminhado ao 8º DP, no Brás, para ser ouvido e formalizar o indiciamento. Depois, deve passar por exame de corpo de delito e seguir para o Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo.

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, informou que a hipótese de suicídio foi descartada com base em provas periciais do IML. As autoridades mencionaram indícios de alterações na cena do crime, sem detalhar.

Ainda segundo as forças de segurança, a cápsula da bala não foi localizada em todas as fases periciais. O projétil alojado na cabeça da vítima foi compatível com o modelo da arma encontrada na cena.

Laudos exumados confirmaram o disparo encostado no lado direito da cabeça e lesões no rosto e pescoço compatíveis com pressão digital e marcas de unhas. O residuográfico não detectou pólvora nas mãos de Gisele.

Também foi verificado que a vítima não estava grávida, nem sob efeito de entorpecentes ou álcool. Divergências cronológicas entre o momento do crime e o pedido de socorro foram apontadas pela investigação.

A autoria das lesões no pescoço, por impressões digitais, será confirmada pela Polícia Técnico-Científica. Os inquéritos seguem em andamento e o caso permanece sob apuração.

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