Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomiaPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mulher de Nova Orleans processa arquidiocese por suicídio do filho após expulsão

Mãe processa arquidiocese de New Orleans, alegando negligência da escola na expulsão de seu filho de 17 anos, que cometeu suicídio horas depois

Hand holding crucifix inside a Catholic church in New Orleans
0:00
Carregando...
0:00
  • Sara Brannon acionou a arquidiocese de Nova Orleans, buscando indenização por morte injusta após o filho, Devon Shelton, 17 anos, ser expulso da escola católica Rummel, em Metairie.
  • Shelton cometeu suicídio horas após a expulsão, após alegado empurrão com um colega que o intimidava, segundo a ação.
  • A denúncia afirma que a escola negligenciou o tratamento adequado do aluno, violando o manual de estudantes e não ofereceu assistência após a expulsão.
  • A arquidiocese, que supervisiona Rummel, não comentou o processo, limitando-se a dizer que a família e amigos estão em oração devido à litigância.
  • O texto menciona histórico de ideação suicida de Shelton e que ele já havia recebido acompanhamento externo; a ação busca danos, incluindo angústia emocional e sofrimento físico.

Sara Brannon ajuíza ação contra a arquidiocese de Nova Orleans após a morte do filho

Uma mulher da região metropolitana de New Orleans moveu uma ação de morte injusta contra a arquidiocese local, após o filho, Devon Shelton, de 17 anos, ter morrido por suicídio poucas horas depois de ser expulso da escola católica que frequentava. O caso tramita na Justiça estadual desde terça-feira.

A ação sustenta que a Rummel High School, em Metairie, seria negligente no tratamento do aluno, o que teria contribuído para o desfecho trágico. A arquidiocese não comentou o processo, citando política de não comentar litígios pendentes.

Detalhes da denúncia e contexto

Segundo o contrato apresentado pela mãe, Shelton participou de uma parada de Carnaval com a banda da escola e relatou ter sido envolvido em uma discussão com um colega que o teria assediado. A escola expulsou o estudante, alegando que ele havia empurrado o outro aluno contra um armário, além de mencionar odor de álcool no hálito de Shelton.

O documento aponta que a instituição já conhecia sinais de ideação suicida do jovem, o que levou a um acompanhamento externo durante o ano de 2023. A família afirma que houve falha em oferecer apoio ou alternativas, como a possibilidade de concluir o ano letivo de maneira virtual.

A reportagem indica que o episódio levou a reunião entre Shelton, a mãe e o padrasto, com a expulsão ocorrendo no dia 17 de março de 2025. A denúncia sustenta ainda que o protocolo escolar, incluindo o manual do estudante, não foi seguido de forma adequada.

Contexto institucional e próximos passos

Advogados de Brannon afirmam que a escola não agiu com a devida diligência após a expulsão, o que, segundo a família, contribuiu para o desfecho fatal. Um dos representantes legais, com atuação em casos envolvendo a arquidiocese, participa da acusação.

A arquidiocese de Nova Orleans já enfrentou acordos de indenização no passado relacionados a casos de abuso sexual, incluindo um acordo de cerca de 305 milhões de dólares firmados com centenas de sobreviventes. A reportagem oferece informações adicionais sobre o histórico institucional, sem, no entanto, apresentar julgamentos sobre o mérito do processo atual.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais