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Moraes mantém prisão de desembargador suspeito de vazar operações contra o CV

Moraes mantém prisão preventiva de desembargador suspeito de vazar dados de operações contra o CV; defesas ganham prazo de quinze dias para contestação

Ministro deu 15 dias para que Júdice Neto e outros quatro investigados apresentem defesa à denúncia da PGR.
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  • Moraes manteve a prisão preventiva do desembargador Macário Ramos Júdice Neto, acusado de vazar informações sobre operações contra o Comando Vermelho; ele está preso desde dezembro de 2025.
  • Além dele, as medidas cautelares foram mantidas contra o deputado estadual licenciado Rodrigo Bacellar e o ex-deputado TH Joias; o presidente em exercício da Alerj, Guilherme Delaroli, será notificado sobre os achados da Polícia Federal.
  • Um ofício será encaminhado à Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) em relação ao caso de Júdice Neto; o processo ainda está em fase de investigação.
  • As defesas têm 15 dias para apresentar contestação antes do julgamento, que decidirá se os envolvidos se tornarão réus.
  • Ainda foram indiciados a esposa de TH Joias, Jéssica de Oliveira Santos, e o assessor Thárcio Nascimento Salgado; TH Joias, Jéssica, Thárcio e Bacellar são acusados de obstrução de investigação de organização criminosa, enquanto Júdice Neto responde por violação de sigilo funcional e Thárcio por favorecimento pessoal.

O ministro do STF Alexandre de Moraes manteve a prisão preventiva do desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto. A decisão ocorreu nesta segunda-feira, 16, e está relacionada a suspeita de vazamento de informações sobre operações contra o Comando Vermelho. Júdice Neto permanece preso desde dezembro de 2025.

Além da prisão, Moraes manteve medidas cautelares contra o deputado estadual licenciado e ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e o ex-deputado TH Joias. Guilherme Delaroli, presidente em exercício da Alerj, será notificado sobre os achados da PF. Um ofício será encaminhado à Corregedoria do TRF2 para Júdice Neto.

O caso ainda está na fase de investigação. As defesas têm 15 dias para apresentar contestação, antes da análise que pode levar ou não à pronúncia dos envolvidos como réus.

Foram indiciados ainda a esposa de TH Joias, Jéssica de Oliveira Santos, e o assessor Thárcio Nascimento Salgado. Com o levantamento do sigilo e o início dos prazos, advogados terão acesso às provas colhidas na investigação.

Moraes classificou como necessária a adoção de medidas mais duras contra o desembargador, diante das circunstâncias do caso concreto. A PF aponta possível obstrução de investigação de organização criminosa na acusação contra Bacellar, TH Joias, Jéssica e Thárcio.

Júdice Neto responde por violação de sigilo funcional. Thárcio ainda é acusado de favorecimento pessoal. As acusações contra Bacellar envolvem obstrução de apuração de organização criminosa, segundo os autos.

A Gazeta do Povo confirmou que buscou contato com as defesas de Bacellar e Júdice Neto; relatos indicam que o espaço continua aberto para manifestação. A reportagem não conseguiu localizar a defesa de TH Joias até o momento.

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