- O tribunal manteve uma ordem de supressão temporária para os nomes e endereços da mãe, do irmão e da irmã de Naveed Akram, após receio de que um ou mais pudessem ser mortos.
- Advogados de organizações de imprensa contestam a supressão, dizendo não haver evidência de risco imminentemente real.
- Naveed Akram, de 24 anos, está detido em regime de custódia, em Goulburn, e é acusado de 59 crimes, incluindo 15 de assassinato e um de ato terrorista ligado a um suposto apoio do Isis; o pai dele, Sajid Akram, foi morto pela polícia.
- O ataque ocorreu durante um festival de Hanucá em Bondi, no litoral de Sydney, em 14 de dezembro, resultando em várias vítimas.
- O juiz Hugh Donelly, do Downing Centre, adiou a decisão final para 2 de abril sobre a permanência da supressão, que pode não se aplicar à imprensa internacional.
O tribunal de Downing Centre ouviu argumentos sobre a supressão dos nomes de familiares de Naveed Akram, o suspeito da ataques na Bondi Beach. A defesa afirma que as identidades devem permanecer ocultas por risco de atos violentos contra eles.
Segundo a defesa da família, há receio de que pelo menos um deles possa ser morto, após receber ameaças de morte. O pedido de supressão foi visto como medida para proteger a segurança mental e física dos parentes.
A advogada da família, Richard Wilson, sustenta que a versão restrita da ordem deve tornar-se permanente para reduzir riscos. Ele afirma que a família não teve participação no ataque em massa.
Akram, de 24 anos, aparece em audiência por videoconferência desde a penitenciária de alta segurança de Goulburn, onde está custodiado. O jovem é acusado de 59 crimes, incluindo 15 de homicídio, e de agir de possível inspiração islâmica.
O pai de Naveed, Sajid Akram, de 50 anos, foi morto pela polícia no local. A defesa destaca que a mãe e a irmã não são acusadas de envolvimento no ataque.
Organizações de imprensa, representadas por Matthew Lewis, argumentam que não há evidência de risco iminente que justifique a supressão. Eles destacam casos anteriores de divulgação de endereços e nomes já amplamente divulgados.
O magistrado Hugh Donelly manteve a decisão para apresentar julgamento definitivo em 2 de abril. A audiência envolveu a disputa entre saúde pública dos familiares e interesse público na cobertura jornalística.
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