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Fux vai analisar ação do PSD contra regras de eleição indireta no RJ

Fux analisará ação do PSD contra regras da eleição indireta no Rio, que alega invasão da competência da União e voto aberto no pleito

Fux vai analisar ação do PSD contra regras de eleição indireta no Rio de Janeiro
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  • PSD acionou o Supremo Tribunal Federal contra trechos da lei de regras para eleição indireta no Rio de Janeiro, sancionada em 11 pelo governador Cláudio Castro.
  • O relator da ação será o ministro Luiz Fux.
  • Alega que a legislação invade a competência da União para direito eleitoral e que torna a votação nominal em vez de secreta, violando o voto secreto.
  • Questiona o prazo de descompatibilização de 24 horas antes do início do processo, apontando favorecimento de candidatos ligados à máquina pública.
  • Segundo o PSD, Castro pretende concorrer ao Senado; se confirmado, deverá deixar o cargo até 4 de abril; o vice-governador está vaga desde que Tiago Pampolha assumiu o TCE, gerando possível dupla vacância.

O PSD acionou o Supremo Tribunal Federal nesta sexta-feira, 13, contra trechos da lei que define regras para a eleição indireta do governador e do vice-governador do Rio de Janeiro em caso de dupla vacância nos últimos dois anos de mandato. O relator da ação é o ministro Luiz Fux. A ação foi protocolada no STF, em Brasília.

O partido afirma que a lei sancionada pelo governador Cláudio Castro (PL) no dia 11 invade a competência da União para legislar sobre direito eleitoral. Também sustenta que a preferência pela votação nominal e aberta, realizada pelos deputados estaduais, viola o princípio do voto secreto.

Questões levantadas pelo PSD

A legenda aponta ainda que o prazo para desincompatibilização de candidatos, definido em 24 horas antes do início do pleito, favorece quem mantém vínculo com a máquina pública. Segundo o PSD, a regra essencialmente concede desigualdade de condições entre concorrentes.

No pedido de liminar, o PSD afirma que Cláudio Castro pretende concorrer a uma vaga no Senado. Caso a candidatura seja confirmada, ele precisaria deixar o cargo até 4 de abril. O vice-governador está vago desde a renúncia de Thiago Pampolha, que deixou o cargo para atuar no TCE, o que abre espaço para a dupla vacância em poucos dias.

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