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Acusado de vender arma ao atirador de Old Dominion enfrenta acusações

Justiça dos EUA acusa homem pela venda de arma ao atirador da Old Dominion, mesmo com condenação anterior por terrorismo e arma com serial obliterado

The gunman reportedly targeted ROTC members at the school.
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  • O Departamento de Justiça dos EUA apresentou acusações federais contra Kenya Chapman por venda de arma a Mohamed Bailor Jalloh, atirador da Old Dominion University (ODU).
  • Jalloh, ex-membro da guarda nacional, havia sido condenado anteriormente por tentar ajudar o grupo extremista Estado Islâmico (EI).
  • Um soldado-alférez da ROTC morreu e outras duas pessoas ficaram feridas no ataque em uma sala de aula na universidade.
  • Chapman afirmou ter pego a arma de um carro há cerca de um ano e vendê-la recentemente a Jalloh, dizendo não saber da condenação anterior do homem; ele também negou saber que ele cometeria o ataque.
  • Jalloh havia sido liberado da custódia federal em dezembro de 2024, sob supervisão, após cumprir onze anos de sentença pelo caso do EI, e o serial da arma estava apagado segundo autoridades.

Um homem foi indiciado pelo Departamento de Justiça dos EUA por supostamente ter vendido uma arma ao atirador da Old Dominion University (ODU), mesmo após o criminoso ter sido condenado previamente em um caso de terrorismo. Kenya Chapman é acusado de facilitar a venda de uma arma para Mohamed Bailor Jalloh, ex-membro da guarda nacional que abriu fogo em uma sala de aula na Virginia.

O ataque deixou um morto e dois feridos. Jalloh, que repetiu a ordem de disparo ao exibir o alarde de “Allahu Akbar”, já tinha histórico criminal e foi impedido de possuir arma devido à condenação anterior por tentar ajudar o grupo extremista IS. Chapman foi acusado de mentir durante a compra de arma e de atuar como traficante sem licença.

Segundo documentos oficiais, Chapman afirmou ter roubado a arma de um carro em Newport News, na Virgínia, cerca de um ano antes do tiroteio e a teria vendido recentemente a Jalloh. O vendedor disse ter conhecido o atirador no trabalho, e que este solicitou a arma para proteção como motorista de entrega.

Chapman relatou aos agentes que sabia da passagem de Jalloh pela prisão, mas negou conhecer a condenação anterior. Também afirmou não ter ideia de que o homem cometeria o ataque, conforme o inquérito.

Detalhes do caso e contexto

Fontes da AP indicaram que a arma usada por Jalloh tinha número de série obliterado, o que pode dificultar a rastreabilidade. Jalloh havia se declarado culpado em 2016 por tentar ajudar o IS. Ele foi condenado a 11 anos de prisão e foi libertado formalmente em dezembro de 2024, estando em regime de supervisão.

Entre as vítimas, o oficial do ROTC Lt Col Brandon Shah, de 42 anos, natural de Chesapeake, morreu no acidente. O atendimento ocorreu durante um evento class/meeting que contou com membros ativos das forças armadas e cadetes do ROTC. Shah já havia retornado à ODU em 2022 como líder do programa.

A direção da ODU destacou, em nota, que Shah personificava dedicação à família, à liderança e à proteção, mesmo nos momentos finais. A universidade ressaltou que a comunidade escolar continua recebendo apoio institucional e informações atualizadas sobre o caso.

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