Em Alta NotíciasFutebolPolíticaBrasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Fundador da Reag confirma operações com Master e nega com PCC e irregularidades

Fundador da Reag confirma serviços ao Banco Master, nega irregularidades e afirma que a gestora foi penalizada pelo mercado por ser grande e independente

João Carlos Mansur negou, também, que gestora tenha realizado operações irregulares com o banqueiro Daniel Vorcaro. (Foto: Geraldo Magela)
0:00
Carregando...
0:00
  • O fundador da Reag, João Carlos Mansur, disse à CPI do Crime Organizado que a gestora prestou serviços ao Banco Master, mas negou irregularidades nas transações.
  • A Reag é investigada pela Polícia Federal por possível envolvimento em fraudes contra o sistema bancário associadas ao Master e por relação com o PCC; o banco central liquidou o Master em janeiro.
  • Mansur afirmou que o Master era apenas mais um cliente, sem ligações com o PCC, e destacou que a Reag adota governança alta e operações transparentes.
  • A CPI aprovou a quebra de sigilos de Fabiano Zettel e de Sicário, e solicitou informações sobre a morte de Sicário e sobre movimentações financeiras do grupo.
  • Outros itens aprovados incluem a convocação de servidores do Banco Central para esclarecer informações sobre a liquidação do Master e contatos com Vorcaro.

O fundador da gestora de investimentos Reag, João Carlos Mansur, confirmou à CPI do Crime Organizado que prestou serviços para o Banco Master, instituição ligada ao empresário Daniel Vorcaro, mas negou irregularidades nas transações. A afirmação ocorreu durante o depoimento na quarta-feira.

A Reag é alvo de investigação da Polícia Federal por supostas fraudes contra o sistema bancário, vinculadas ao Master. A PF também avaliou a conexão com a facção PCC, investigada na mesma operação. No ano passado, a gestora foi alvo de mandados na operação Carbono Oculto.

Mansur disse que o Master era apenas mais um cliente entre outros bancos e empresas. Ele afirmou não haver ligação entre a Reag e o PCC, destacando que a investigação identificou 15 mil páginas sem menção à associação com a organização criminosa.

O empresário afirmou ainda que a Reag atuava com governança elevada e independência, e que o mercado financeiro acabou penalizando a gestora por esse perfil. Segundo ele, a independência da Reag foi interpretada como risco pelo mercado.

A Reag foi liquidada pelo Banco Central em janeiro deste ano, após a PF apontar a gestora como parte da estrutura financeira utilizada pelo Master em operações suspeitas. A apuração indicou que a gestora administrava fundos usados nas transações.

A sessão da CPI aprovou a quebra de sigilos de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, preso recentemente, e de Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, apontado como operador de um grupo ligado a ameaças a desafetos do banco. Ouviram-se ainda outras convocações.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais