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Moraes dá 30 dias para PF enviar relatório de inquérito contra Monark

Prazo de trinta dias para a Polícia Federal encaminhar o relatório final do inquérito contra Monark, apurado após ataques de 8 de janeiro de 2023

Moraes dá 30 dias para a PF enviar relatório de inquérito contra Monark
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  • Moraes fixou o prazo de trinta dias para a Polícia Federal encaminhar o relatório final do inquérito contra o influenciador Monark.
  • A investigação começou após os ataques de oito de janeiro de dois mil e vinte e três, quando perfis de Monark foram bloqueados por suposta incitação.
  • Moraes determinou o envio dos autos à PF para analisar informações prestadas pelo TikTok no ano passado.
  • No início de dois mil e vinte e cinco, o ministro autorizou a reativação das páginas do influenciador, mantendo apenas as postagens que motivaram o bloqueio.
  • A decisão envolve desobediência a decisões judiciais.

O ministro do Supreme Tribunal, Alexandre de Moraes, determinou prazo de 30 dias para a Polícia Federal encaminhar o relatório final sobre o inquérito que apura Monark, influenciador Bruno Monteiro Aiub, por possível desobediência a decisões judiciais. O pedido visa análise das informações prestadas pelo TikTok no ano passado.

A investigação teve início após os ataques de 8 de janeiro de 2023, quando perfis do influenciador foram incluídos na lista de contas bloqueadas por Moraes, em razão de alegada incitação aos eventos. A PF foi acionada para avaliar os desdobramentos.

Em 2025, Moraes autorizou a reativação das páginas do influenciador, entendendo que a suspensão não era mais necessária para a apuração. Nessa etapa, o pedido foi apenas para que as postagens que motivaram o bloqueio fossem excluídas.

Contexto e próximos passos

Segundo a decisão, a PF tem 30 dias para apresentar o relatório final ao Superior Tribunal. O relatório deverá consolidar informações recebidas do TikTok, além de eventuais diligências realizadas pelas autoridades.

A reativação das contas ocorreu ainda com instrução para remover conteúdos específicos, sem restaurar integralmente o acesso anterior. A atuação judicial busca esclarecer responsabilidades ligadas a declarações e condutas online.

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