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Julgamento que pode tornar Malafaia réu é suspenso após pedido de vista de Zanin

Zanin pede vista e julgamento da denúncia contra Silas Malafaia fica suspenso; pode tornar-se réu se a maioria da Primeira Turma aceitar a denúncia

O pastor Silas Malafaia durante protesto bolsonarista em outubro de 2025
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  • O ministro Cristiano Zanin pediu vista e suspendeu automaticamente o julgamento da denúncia da PGR contra o pastor Silas Malafaia.
  • Antes, o ministro Alexandre de Moraes já havia votado pelo prosseguimento da denúncia. O prazo para o pedido de vista é de até noventa dias.
  • Malafaia é denunciado por injúria e calúnia contra o alto comando do Exército, incluindo o general Tomás Paiva, ocorrido após uma manifestação em abril de 2025.
  • Na denuncia, a PGR sustenta que o pastor afirmou, sem provas, que oficiais teriam cometido crime militar, além de calúnias contra generais.
  • A PGR aponta que Malafaia divulgou as declarações nas redes sociais, com postagem no Instagram que teve mais de trezentas mil visualizações; o julgamento ocorre no plenário virtual, pautado pelo ministro Flávio Dino.

O ministro Cristiano Zanin, do STF, pediu vista do processo e suspendeu o julgamento que analisa a denúncia da PGR contra o pastor Silas Malafaia. A decisão ocorreu após o voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes, favorável ao prosseguimento. O prazo para conclusão do pedido de vista é de até 90 dias.

A PGR denunciou Malafaia por injúria e calúnia contra o alto comando do Exército, incluindo o general Tomás Paiva. A denúncia foi apresentada em dezembro do ano passado e, se aprovada pela maioria da Primeira Turma, o pastor se tornará réu.

A crítica ocorreu em abril de 2025, durante ato na Avenida Paulista em apoio a Bolsonaro. Segundo a PGR, Malafaia afirmou acusações contra oficiais sem apresentar provas, e publicou trechos das falas nas redes sociais, com mais de 300 mil visualizações.

Julgamento ocorre no plenário virtual do STF, pautado pelo ministro Flávio Dino após pedido de Moraes, relator do caso. A sessão estava prevista para seguir até 13 de março, com a suspensão determinada por vista do ministro.

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