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Explicação de Viviane Barci é remendo que piora o soneto

Levantamento aponta custos de 79,2 milhões para a equipe de Viviane Barci de Moraes, com 267 horas de reuniões e 36 pareceres

A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa o ministro do STF Alexandre de Moraes
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  • A advogada Viviane Barci de Moraes, casada com o ex-xerife do Supremo Alexandre de Moraes, recebeu honorários milionários do que é descrito como “mafioso do Master”; a banca faturou 3,6 milhões por mês durante 22 meses, totalizando 79,2 milhões, com 267 horas de reuniões e 36 pareceres.
  • Segundo levantamento do repórter Thiago Herdy, do UOL, as bancas mais caras cobram cerca de 300 mil reais por parecer jurídico; nesse patamar, as 36 peças teriam custado 10,8 milhões, enquanto o restante de 68,4 milhões seria devido às 267 horas de reuniões, a cerca de 256,1 mil por hora.
  • A soma dos gastos fica muito acima do que costuma cobrar a banca mais talentosa do país, o que levanta dúvidas sobre a relação custo-benefício.
  • Viviane afirma que parte do tempo foi dedicada a revisões de códigos e programas de Compliance do Master, além de políticas de relacionamento com o poder público e de conflito de interesses.
  • O texto comenta que o conflito de interesses envolve o contrato entre Vorcaro e a companheira de Moraes, sugerindo que a pressa em aproveitar oportunidades pode ter levado a riscos externos.

Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, está no centro de questionamentos sobre honorários recebidos por serviços advocatícios. Segundo levantamento feito pelo repórter Thiago Herdy, do UOL, a atuação da banca ligada à família Moraes envolve valores expressivos. A reportagem aponta pagamentos de 3,6 milhões por mês ao longo de 22 meses, totalizando cerca de 79,2 milhões de reais.

A análise detalha que, ao todo, houve 267 horas de reuniões e 36 pareceres produzidos pela equipe da doutora Viviane. Com base em cálculos de mercado, os 36 pareceres teriam custado aproximadamente 10,8 milhões de reais, em patamar de honorários compatível com consultorias jurídicas de alto nível. A soma das horas de reunião, porém, elevou o custo total de forma expressiva.

Os números provocam questionamentos sobre o equilíbrio entre honorários, tempo de trabalho e eficiência dos serviços prestados. Observa-se ainda que parte do tempo foi dedicada a atividades como a revisão de códigos éticos e programas de compliance, apontadas pela defesa da atuação como serviços administrativos internos.

Conflitos de interesse aparecem na leitura dos contratos envolvendo a figura central, segundo a reportagem. A relação entre Vorcaro e a companheira de Moraes é descrita como complexa pela apuração, com interpretações divergentes sobre custos e benefícios. Especialistas ressaltam a necessidade de transparência em contratos e de avaliação de possíveis impactos éticos.

A matéria destaca a percepção de que, em negócios jurídicos de grande repercussão, o tamanho do gasto com consultoria não se traduz necessariamente em melhoria de resultados. Analistas citados pelo portal apontam a importância de critérios objetivos para avaliar o retorno financeiro e jurídico de contratos dessa natureza.

A reportagem do UOL detalha ainda que o tema envolve uma disputa de leituras sobre o valor agregado dos pareceres e sobre o que motivou a contratação. A apuração busca esclarecer se houve aproveitamento de oportunidades antes de avaliar plenamente seus riscos e benefícios.

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