- A defesa de Daniel Vorcaro, chefiada pelo criminalista Roberto Podval, disse que mantê-lo em isolamento é desproporcional e causa sofrimento psicológico intenso.
- Os advogados contestam as regras de monitoramento de conversas com defesa, afirmando que visitas livres seriam o mínimo em um país democrático; Mendonça já afrouxou a gravação e filmagem das conversas.
- A nota expressa confiança na reversão das medidas pelo ministro do STF André Mendonça, relator do caso Master na Corte.
- Vorcaro foi preso pela segunda vez na quarta da semana passada, após investigações da Polícia Federal sobre fraudes no escândalo do Banco Master; foi transferido da Penitenciária 2 de Potim (SP) para a Penitenciária Federal de Brasília.
- Ele permanece no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD).
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro descreveu, em nota, a prisão em regime de isolamento como desproporcional, alegando que a medida causa sofrimento psicológico intenso. O criminalista Roberto Podval aponta que a detenção em Brasília é desnecessária, apoiando-se em fatos anteriores e em promessas não materializadas.
Segundo Podval, as regras de monitoramento de conversas com advogados devem ser revistas. A defesa sustenta que visitas sem restrições seriam o mínimo esperado em um país que se pretende democrático. O juiz plantonista já sinalizou afrouxamento da gravação de diálogos.
Vorcaro foi preso pela segunda vez na quarta-feira da semana passada, em investigação da Polícia Federal sobre fraudes associadas ao escândalo do Banco Master. Ele ficou inicialmente na Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, e foi transferido para a Penitenciária Federal de Brasília. A transferência foi autorizada na véspera pelo ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, a pedido da PF. Vorcaro permanece sob o regime Disciplinar Diferenciado (RDD), cuja aplicação é alvo de críticas internacionais.
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