- Toffoli afirma que as quebras de sigilo de Vorcaro só chegaram ao STF após ele deixar a relatoria do caso Master.
- Em 5 de janeiro, a Procuradoria-Geral da República avocou o caso e autorizou parcialmente pedidos da Polícia Federal, sem autorizar a prisão de Vorcaro.
- Em 6 de janeiro, Toffoli defere centenas de pedidos de sigilo bancário e fiscal, buscas, prisões temporárias e bloqueio de recursos, a pedido da PGR.
- A operação ocorreu em 14 de janeiro, e, até 12 de fevereiro, data em que deixou a relatoria, nenhum material havia sido encaminhado ao STF.
- Toffoli afirma ter deferido todas as medidas solicitadas pela PGR e pela Polícia Federal; a relatoria foi atribuída a ele por sorteio em 28 de novembro de 2025, com diligências determinadas em 15 de dezembro.
O STF divulgou um histórico sobre as investigações do Banco Master para esclarecer que o ministro Dias Toffoli não se omitiu quando era relator do caso. A nota visa explicar o andamento do processo e as atuações da PGR e da PF.
Segundo o documento, em 5 de janeiro a PGR avocou o caso em que já tramitava em São Paulo e, parcialmente, atendeu a pedidos da PF, com exceção da prisão de Daniel Vorcaro. A PGR informou que apenas a manutenção das medidas cautelares seria suficiente.
No dia seguinte, 6 de janeiro, Toffoli teria deferido centenas de pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal de todos os investigados, bem como buscas, prisões temporárias e o bloqueio de mais de R$ 2 bilhões em bens, a pedido da PGR.
A operação ocorreu em 14 de janeiro. Toffoli afirma que, até 12 de fevereiro, quando deixou a relatoria, nada havia sido encaminhado ao STF. As declarações ressaltam que as investigações seguiram normalmente sem nulidades.
A nota também relata que Toffoli foi escolhido para a relatoria por sorteio em 28 de novembro de 2025 e que, em 15 de dezembro, já havia determinado diligências, incluindo depoimentos de investigados, entre outras ações.
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