- Neymar está sendo processado por uma ex-cozinheira que trabalhou em sua mansão em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, de julho de 2025 até o mês anterior, com a empresa terceirizada responsável pela contratação também envolvida.
- A ação pede R$ 262 mil, cobrindo verbas rescisórias, FGTS, multa, horas extras, intervalos, indenização por dano moral, despesas médicas e pensão.
- A cozinheira afirma que a jornada prevista de 07h às 17h (seg. a quinta) e 7h às 16h (sex.) não era obedecida, chegando a ficar em média 14 horas por dia na casa do atleta e até trabalhar até a meia-noite.
- Dizia ainda cumprir expediente nos finais de semana, especialmente aos domingos, mesmo sendo contratado apenas para dias úteis, preparando refeições para até 150 pessoas.
- Alega problemas de saúde como dor na coluna e inflamação no quadril devido à carga de trabalho, e sustenta que não usufruía regularmente do intervalo intrajornada.
Neymar está no centro de um processo trabalhista movido por uma ex-cozinheira que atuou em sua residência em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, entre julho de 2025 e o mês anterior. O caso envolve uma empresa terceirizada contratada para prestar serviços ao atleta. O valor da ação é de 262 mil reais, conforme a colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles.
Segundo a ação, a jornada prevista era das 7h às 17h (segunda a quinta) e das 7h às 16h (sexta). Alega-se, porém, que as horas trabalhadas chegavam a 16 diariamente, com registros de trabalho até a meia-noite em algumas ocasiões. A cozinheira também afirma cumprir atividades ao fim de semana, incluindo domingos, ainda que contratada para dias úteis.
A ré é Neymar e a empresa terceirizada responsável pela contratação. A profissional descreve ainda que preparava refeições para até 150 pessoas, cobrindo desde o café da manhã até o jantar quando familiares e amigos eram recebidos.
Detalhes da acusação
A cozinheira afirma ter desenvolvido problemas na coluna e inflamação no quadril devido à carga de trabalho. Ela alega ter feito consultas e exames médicos para diagnosticar as lesões, o que embasaria o pedido de pensão.
Conforme o processo, o salário registrado era de 4 mil reais, subindo para cerca de 7,5 mil com horas extras e adicionais. A reclamante sustenta que não teve descanso intrajornada regular e que foi obrigada a registrar o ponto relativo ao intervalo, mesmo sem usufruí-lo de fato.
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