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Justiça homologa acordo entre Datena e Pablo Marçal sobre agressão em debate

Justiça homologa acordo entre Datena e Pablo Marçal encerrando ações por agressão em debate de 2024 e arquivando os processos

Datena dá cadeirada em Pablo Marçal durante debate da TV Cultura, em 15 de setembro. (Foto: Reprodução/TV Cultura)
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  • A Justiça de São Paulo homologou acordo entre o apresentador José Luiz Datena e o empresário Pablo Marçal para encerrar os processos ligados à agressão ocorrida em debate da campanha municipal de 2024.
  • O episódio ocorreu em 15 de setembro de 2024, durante debate promovido pela TV Cultura, quando Datena arremessou uma cadeira em direção a Marçal.
  • Marçal tinha aberto ação pedindo R$ 100 mil por danos morais, alegando prejuízo à sua honra, imagem e integridade.
  • Datena também buscava R$ 100 mil por danos morais, afirmando ter sido chamado de estuprador ao ser chamado de “Jack”; o processo em primeira instância foi negado em maio de 2025, e ele recorreu.
  • Com a homologação, todos os processos relacionados ao episódio serão arquivados; os termos do acordo permanecem sigilosos.

A Justiça de São Paulo homologou um acordo entre o apresentador José Luiz Datena e o empresário Pablo Marçal para encerrar os processos decorrentes de uma agressão ocorrida durante o debate da campanha municipal de 2024, em São Paulo. O confronto ocorreu durante a disputa pela prefeitura promovida pela TV Cultura. O fato levou a ações judiciais de ambas as partes, que buscavam reparação.

A decisão foi assinada no sábado, 28 de setembro, pelo desembargador Eduardo Francisco Marcondes, da 10ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP. Os termos do acordo permanecem sigilosos.

O episódio aconteceu em 15 de setembro de 2024, durante o debate promovido pela TV Cultura. Datena arremessou uma cadeira em direção a Marçal após troca de acusações no palco.

Marçal pediu 100 mil reais por danos morais, alegando violação de direitos de personalidade, honra, imagem e integridade física. O caso não havia sido julgado até então. Datena também reivindicou 100 mil reais por danos morais, afirmando que Marçal o chamou de estuprador ao o classificar como Jack.

Em maio de 2025, a Justiça negou o pedido de Datena em primeira instância, e ele recorreu ao TJ-SP. Nesta semana, as partes informaram ao tribunal que chegaram a um acordo.

Com a homologação, todos os processos relacionados ao episódio serão arquivados. O conteúdo do entendimento firmado entre Datena e Marçal não foi divulgado. Fonte: O Globo.

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