- Quatro irmãos adultos Cascio entraram com uma ação de tráfico de crianças contra o espólio de Michael Jackson, na Justiça federal de Los Angeles, alegando abusos ocorridos quando eram menores.
- A queixa, apresentada na sexta-feira, ocorre um mês após eles participarem de audiência em Beverly Hills em meio a esforço para anular acordo financeiro com o espólio, considerado por eles uma forma de silenciar as vítimas.
- Os Cascio dizem que Jackson os drogou, estuprou e agrediu sexualmente, começando quando alguns tinham sete ou oito anos, em múltiplos locais ao redor do mundo, incluindo visitas à casa da família.
- A ação afirma que o astro usou riqueza, status e uma rede de funcionários para “criar laços” e isolar as crianças, antes de abusá-los individualmente durante viagens, shows e visitas a Neverland e outras residências.
- Além de tráfico de crianças, a denúncia cita negligência, dano emocional, quebra de contrato, contratação negligente e fraude, e busca indenização por danos compensatórios e punitivos.
O alegado caso de tráfico de crianças envolve o espólio de Michael Jackson. Quatro irmãos Cascio entraram com a ação federal em Los Angeles nesta sexta-feira. Eles afirmam ter sido dopados, expostos a pornografia e abusados pelo astro quando eram menores. A denúncia também cita viagens e locais variados.
A queixa sustenta que Jackson usou riqueza, status e uma rede de funcionários para manipular as vítimas. Segundo o texto, ele conquistou a confiança da família por meio de presentes e atenção contínua e, depois, as isolou de adultos responsáveis.
Os irmãos — Frank, Dominic, Marie-Nicole e Aldo Cascio — alegam abusos ocorridos ao longo de mais de uma década, em vários países e em locais como Neverland e durante turnês. O grupo diz que os abusos se estenderam a viagens internacionais.
A ação descreve que os abusos teriam acontecido durante visitas à casa da família, a hotéis, a viagens de shows e em estúdios de gravação, em diversos continentes. O processo aponta episódios durante a Dangerous World Tour e visitas a residências de figuras públicas.
A defesa do espólio não respondeu de imediato. Na semana passada, um advogado da parte afirmou que as acusações eram contestadas e associadas a uma pretensa cobrança de extorsão de 213 milhões de dólares.
A ação, assinada pelo advogado Howard King, envolve acusações de tráfico de crianças, negligência, dano emocional, quebra de contrato, contratação imprópria e fraude. O objetivo é obter danos compensatórios e punitivos.
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