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Moraes autoriza Bolsonaro a receber terapia de estímulo elétrico craniano

Moraes autoriza Jair Bolsonaro a realizar neuromodulação não invasiva na prisão, com sessões às segundas, quartas e sextas, visando ansiedade, depressão e soluços

Bolsonaro já passou por sessões semelhantes, que indicaram melhora em quadro emocional e adaptação de 95%. (Foto: André Borges/EFE)
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  • O ministro Alexandre de Moraes autorizou Jair Bolsonaro a realizar sessões de neuromodulação não invasiva por estímulo elétrico craniano na prisão, às segundas, quartas e sextas-feiras.
  • O procedimento envolve eletrodos no cérebro e sessões de cerca de cinquenta minutos, com objetivo de tratar ansiedade, depressão e distúrbios do sono; também há expectativa de auxiliar em crises de soluços.
  • A defesa do ex-presidente afirmou que, nas primeiras aplicações, houve melhora em sono, ansiedade/depressão e na frequência de soluços.
  • O histórico do tratamento mostra resultados positivos em sessões anteriores, com laudos indicando aumento de adaptação autonômica de 18,8% para 95% e melhora da estabilidade emocional.
  • Bolsonaro responde a uma pena de vinte e sete anos e três meses de prisão; pedidos por prisão domiciliar humanitária ainda não foram atendidos, segundo Moraes, que considera a Papudinha um local seguro com atendimento médico integral.

O ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou Jair Bolsonaro a realizar sessões de neuromodulação não invasiva por estímulo elétrico craniano (CES) na prisão. O tratamento será feito às segundas, quartas e sextas-feiras, em local não especificado pela decisão.

O procedimento utiliza corrente elétrica com eletrodos no cérebro, normalmente próximos aos lóbulos das orelhas. Cada sessão dura cerca de 50 minutos e tem como objetivos tratar ansiedade, depressão e distúrbios do sono, além de possível benefício para crises de soluços.

A defesa de Bolsonaro argumentou que, nos primeiros dias de aplicação, houve melhora perceptível na saúde geral, sono e ansiedade, além de redução dos soluços, que exigem acompanhamento central. A autorização foi concedida para continuidade do tratamento.

Resultados e histórico clínico

O ex-presidente já havia recebido o tratamento em abril de 2025, apontam laudos. Houve evolução na adaptação emocional, com aumento de desempenho autonômico registrado entre 18,8% e 95%, e melhoria na estabilidade emocional avaliadas em 406,7%.

Bolsonaro enfrenta uma pena de 27 anos e três meses de prisão. Após queda ocorrida na cela, no 19º Batalhão da Polícia Militar de Brasília, houve laudo médico. Mesmo assim, pedidos de prisão domiciliar humanitária não foram atendidos por Moraes, que mantém a avaliação de segurança no local denominado Papudinha.

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