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Como oposição articula investigações contra o Banco Master e o STF

Oposição utiliza comissões existentes no Senado para pressionar investigações sobre o Banco Master e o ministro Dias Toffoli, com dados sob sigilo judicial

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, indicou a aliados que não pretende instalar uma CPI exclusiva para investigar o Banco Master (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
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  • A oposição no Senado usa comissões existentes, como CAE e CPMI do INSS, para investigar o Banco Master e o ministro Dias Toffoli, já que não há interesse do presidente do Senado em criar uma comissão exclusiva.
  • O objetivo é pressionar por possíveis irregularidades no controle do Banco Master, com base em materiais da Polícia Federal.
  • A CPI do Crime Organizado aprovou a quebra de sigilo da empresa Maridt, ligada à família do ministro Toffoli, que foi sócia de um resort vendido a um fundo ligado ao dono do Banco Master. Também houve intenção de ouvir o ministro Alexandre de Moraes sobre contratos de advocacia envolvendo a esposa dele e o banco.
  • Dados apreendidos pela Polícia Federal somam dezenas de terabytes e foram coletados de equipamentos de Daniel Vorcaro, controlador do banco, hoje em prisão domiciliar na Operação Compliance Zero; o acesso está sob sigilo judicial, limitando divulgação pública.
  • Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, informou estar disposto a depor presencialmente em Brasília no dia 3 de março; a defesa de Toffoli negou qualquer relação de amizade com Vorcaro e disse que não houve pagamentos indevidos.

Mais da metade desta semana, parlamentares da oposição no Senado acionaram comissões já ativas para investigar o Banco Master e o ministro Dias Toffoli. A manobra ocorre sem a criação de um colegiado específico, conforme indicou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

A estratégia é aproveitar estruturas existentes, como a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e a CPMI do INSS. Os senadores utilizam material da Polícia Federal para sustentar a linha de apuração sobre possíveis irregularidades envolvendo o controle do Banco Master.

Dados da PF

A CPI do Crime Organizado aprovou a quebra de sigilo da empresa Maridt, associada à família de Toffoli, que foi sócia de um resort vendido a um fundo ligado ao Banco Master. Também há planos para convidar Moraes para esclarecer contratos da esposa com o banco.

Daniel Vorcaro e o Banco Master

Daniel Vorcaro, controlador do banco, cumpre prisão domiciliar na Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes com títulos. Ele disse que pode depor presencialmente em Brasília no dia 3 de março, conforme informou o STF.

Defesa de Toffoli

O gabinete de Toffoli informou que a Maridt é empresa familiar e que a participação no resort Tayayá foi encerrada antes de ele atuar no caso. O ministro negou amizade com Vorcaro e afirmou não ter recebido pagamentos indevidos do banqueiro.

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