- Gregory Lynn, ex-piloto da Jetstar, pediu fiança para deixar a prisão e morar com o filho enquanto aguarda uma possível determinação de nova etapa no caso.
- Lynn, de 59 anos, é acusado de matar a avó Carol Clay, de 73 anos, em 2020; foi condenado pela morte de Clay em 2024, mas considerado inocente quanto à morte de Russell Hill.
- Tribunal de apelação de Victoria anulou a condenação de Lynn em dezembro, ordenando que um novo julgamento seja realizado.
- Os advogados argumentaram que o novo julgamento pode ocorrer já em julho e que a fiança seria assegurada por uma caução de mais de 400 mil dólares, com o filho no papel de garantidor.
- A defesa afirmou que a causa é excepcional e requer liberdade provisória, enquanto o Ministério Público se opôs; a decisão ficou para 5 de março.
Gregory Lynn, ex-piloto da Jetstar, pediu nesta quinta-feira, no Supremo Tribunal de Victoria, liberdade sob fiança para morar com o filho enquanto avança um pedido de suspensão permanente do caso. A defesa argumenta que Lynn não representa risco alto e que a liberação é essencial para um julgamento justo.
O réu, de 59 anos, é acusado de matar a campista Carol Clay, de 73 anos, em 2020. Lynn foi considerado culpado pela morte de Clay em 2024, porém absolvido pela morte de Russell Hill, companheiro da vítima. A nova linha de defesa envolve a anulação da condenação anterior.
Em dezembro, o tribunal de apelação de Victoria anulou a condenação de Lynn, apontando um erro substancial no julgamento anterior e determinando que um novo julgamento seja realizado. A audiência de hoje tratou da possibilidade de fiança enquanto aguarda esse novo pleito.
Desdobramentos legais
Durante o debate, o advogado Dermot Dann KC afirmou que seria injusto manter Lynn encarcerado até que haja uma decisão sobre a suspensão, prevista para julho. O filho Geordie ofereceu fiança superior a 400 mil euros e informou que receberia o pai em sua casa, com aviso de violações.
O promotor Mark Gibson SC contestou o pedido, alegando que, mesmo com o caso reavaliado, há elementos que sustentam uma acusação sólida contra Lynn. O juiz David Beach adiou a decisão para 5 de março, mantendo o foco na possibilidade de fiança ou de suspensões temporárias.
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