- André Mendonça, ministro do STF, alertou durante sermão na Igreja Presbiteriana de Pinheiros para não se deixar levar pela cobiça ou por propostas financeiras tentadoras, relacionando ao tema as tentações humanas.
- O discurso ocorreu pouco depois dele assumir a relatoria do inquérito do Banco Master no Supremo, em meio à vigilância constante sobre a Corte.
- Ele chamou a atenção para discernir propósitos pessoais, vaidades e influências negativas, enfatizando a importância de princípios e valores.
- O relator anterior, Dias Toffoli, deixou o caso após a PF encontrar referências ao seu nome no celular do dono do banco; Mendonça assumiu o inquérito após novo sorteio.
- Desde 12 de fevereiro, Mendonça já se reuniu com delegados da PF e ordenou a retomada de perícias e depoimentos, revertendo decisão anterior de manter lacrados celulares e computadores.
O ministro André Mendonça fez um alerta sobre tentações financeiras durante um sermão na Igreja Presbiteriana de Pinheiros. Ele destacou que a cobiça pode orientar decisões, ligando o tema a desafios morais e espirituais enfrentados pela igreja.
O discurso ocorreu perto da confirmação de Mendonça como relator do inquérito do Banco Master no Supremo Tribunal Federal. O ministro alertou para as tentações do poder político, sugerindo foco em princípios e valores em vez de vaidades ou influências negativas.
Medidas no STF
Dias Toffoli deixou a relatoria após constatarem-se menções ao seu nome no celular do dono do banco e informações sobre relações familiares ligadas ao caso. Um novo sorteio nomeou Mendonça para conduzir as investigações.
Desde 12 de fevereiro, Mendonça reuniu-se com delegados da Polícia Federal para atualizar o andamento do caso. Ele determinou a retomada de perícias e depoimentos, reavaliando decisões anteriores que mantinham dados lacrados na sede do STF.
Sobre André Mendonça
Indicado em 2021 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Mendonça já atuou como advogado-geral da União e ministro da Justiça. No STF, sua atuação tem sido marcada pela defesa de valores religiosos e pela participação em discussões sobre indicações com perfil religioso.
Conteúdo produzido pela Gazeta do Povo, com apuração de sua equipe de reportagem.
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