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STF forma maioria para manter penas de condenados do núcleo 3 da trama golpista

STF forma maioria para manter as condenações de sete réus do núcleo três da trama golpista; voto de Cármen Lúcia ainda pendente

Primeira Turma do STF julga denúncia sobre o núcleo 1 da Pet 12.100
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  • STF formou maioria para manter as condenações de sete réus do núcleo 3 da trama golpista; julgamento virtual começou na sexta-feira 13 e será concluído nesta terça-feira 24, ainda sem o voto de Cármen Lúcia.
  • Já votaram para manter as condenações os ministros Alexandre de Moraes (relator), Cristiano Zanin e Flávio Dino; falta o voto de Cármen Lúcia.
  • Os crimes citados incluem organização criminosa armada, tentativa de abolir violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, e deterioração de patrimônio tombado.
  • A PGR acusou o grupo de planejar ações para efetivar o golpe, tentar sequestrar e matar o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022, além de disseminar notícias falsas e pressionar o alto comando das Forças Armadas.
  • Penas vão de 16 a 24 anos de prisão para sete réus (incluindo coronéis, tenentes-coronéis e um policial federal); a lista completa envolve Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo, Wladimir Matos Soares, Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, Bernardo Romão Correa Netto e Fabrício Moreira de Bastos. Fonte: Agência Brasil.

O Supremo Tribunal Federal formou maioria para manter as condenações de sete réus do núcleo 3 da trama golpista. A decisão ocorreu na Primeira Turma, durante o julgamento de recursos das defesas. O andamento começou na sexta-feira e será concluído nesta terça-feira.

Já votaram pela manutenção das sentenças os ministros Alexandre de Moraes, relator, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Ainda falta o voto de Cármen Lúcia.

Os réus foram condenados por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. O Ministério Público teme ações para sequestrar e matar autoridades, além de disseminação de desinformação sobre as eleições.

Penas dos réus

  • Hélio Ferreira Lima – tenente-coronel: 24 anos de prisão
  • Rafael Martins de Oliveira – tenente-coronel: 21 anos de prisão
  • Rodrigo Bezerra de Azevedo – tenente-coronel: 21 anos de prisão
  • Wladimir Matos Soares – policial federal: 21 anos de prisão
  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros – tenente-coronel: 17 anos de prisão
  • Bernardo Romão Correa Netto – coronel: 17 anos de prisão
  • Fabrício Moreira de Bastos – coronel: 16 anos de prisão

As informações são da Agência Brasil.

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