- O ministro André Mendonça assumiu a relatoria do Caso Master e se reuniu com a Polícia Federal.
- Ele adotou decisões polêmicas, como limitar o acesso do diretor-geral da PF a dados da investigação.
- A Corte enfrenta críticas e suspeições sobre a condução de investigações sensíveis, contribuindo para uma imagem sob pressão.
- Daniela Lima, em comentário no UOL News, aponta que Mendonça tenta segurar o caso diante da crise de imagem do STF.
O ministro André Mendonça, relator do Caso Master, encara um desafio de gestão de imagem do STF ao assumir a função. Em fevereiro de 2026, ele se reuniu com a Polícia Federal e já adotou medidas consideradas polêmicas, como restringir o acesso do diretor-geral da PF a dados do inquérito.
A imprensa tem destacado que Mendonça tenta conduzir a investigação sob intenso escrutínio público. Críticos apontam que a tomada de decisões ocorre em meio a suspeições sobre procedimentos e à pressão para uma condução mais transparente do caso.
A discussão envolve a percepção pública sobre a Corte e o papel da PF nas investigações sensíveis. Embora reconheça avanços, o STF permanece sob foco de questionamentos sobre neutralidade e eficácia na apuração.
Desdobramentos
Segundo a cobertura de Daniela Lima, colunista do UOL, Mendonça utiliza o cargo para impactar o andamento do inquérito. A reportagem aponta que decisões recentes geram elogios e também críticas internas.
André Mendonça não é apenas um executor de rotinas administrativas. Ele é apresentado como um operador com visão geral da investigação, o que influencia a velocidade e a forma das determinações adotadas.
A conjuntura do Caso Master voltou aos holofotes após a atuação do ministro, que tenta manter o controle da pauta em meio a desgaste institucional. A pauta envolve interpretação de poderes entre STF, PF e órgãos de fiscalização.
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