- Juiz Antônio Rudimassi condenou Hytalo Santos e Israel Vicente a oito anos de prisão, pena máxima, por produção e transmissão de conteúdo pornográfico envolvendo menores, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente.
- A sentença ocorreu no último sábado, com base no parecer do Ministério Público da Paraíba, que aponta exposição de crianças e adolescentes em conteúdos de cunho pornográfico nas redes sociais, com possível benefício financeiro.
- A pena prevista inclui reclusão de quatro a oito anos e multa.
- Hytalo Santos segue preso, já que o habeas corpus para soltura tem sido negado; o juiz justificou a necessidade de manter a prisão preventiva.
- O caso ganhou notoriedade após a circulação do vídeo “Adultização” de Felca, que amplificou denúncias sobre exploração de menores em conteúdos compartilhados na web.
Hytalo Santos e Israel Vicente foram condenados a oito anos de prisão pela produção e transmissão de conteúdo pornográfico com menores. A sentença foi proferida pelo juiz Antônio Rudimassi no último sábado, em decisão apoiada pelo Ministério Público da Paraíba. Eles permanecem presos.
A condenação, baseada no artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente, prevê reclusão de quatro a oito anos e multa. O MP alegou que os influenciadores expuseram crianças e adolescentes em conteúdos de cunho pornográfico e teriam obtido vantagem financeira com isso.
Segundo informações locais, a prisão ocorreu há cerca de seis meses, após denúncias de exploração de menores em conteúdos veiculados nas redes sociais. A defesa já acionou habeas corpus, mas a Justiça manteve a custódia preventiva.
Detalhes da decisão e próximos passos
O juiz decidiu pela manutenção da prisão preventiva, seguindo o pedido do Ministério Público. A reportagem aponta que Hytalo Santos e Israel Vicente aguardam recursos contra a sentença, incluindo novas medidas cabíveis no âmbito criminal.
Felca, figura ligada ao caso, vem recebendo atenção pública e confronta ameaças. Em entrevista recente, a influenciadora afirmou que não pretende parar, citando a necessidade de esclarecer fatos e defender a própria versão.
Entre na conversa da comunidade