- Vídeo publicado por Jeffrey Chiquini mostra Flávio Dino no Carnaval de 2023, pulando e fazendo o “L”.
- Ato motivou uma petição de Odair José pedindo abertura de inquérito ou inclusão do episódio em investigações, sob a alegação de ataque ao STF.
- Chiquini reagiu na plataforma X, afirmou que o vídeo é autêntico e questionou a denúncia, mantendo as postagens.
- Notas de comunidade indicam que Dino ainda não integrava o STF na data da gravação, o que levanta dúvidas sobre o enquadramento temporal.
- Em maio de 2024, Dino advertiu Chiquini durante sessão da Primeira Turma do STF sobre o tom da sustentação, mencionando possibilidade de prisão em caso de desrespeito.
Um vídeo publicado por Jeffrey Chiquini, advogado de Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro, envolve o ministro Flávio Dino em uma controvérsia no STF. As imagens, feitas no Carnaval de 2023, mostram Dino pulando em cima de um trio elétrico e fazendo o gesto conhecido como “L”, associado à campanha de Lula.
A peça apresentada pelo advogado Odair José, que já ocupou funções no governo do Maranhão durante a gestão de Dino, sustenta que o material configura ataque ao tribunal e pede abertura de investigação ou inclusão do episódio em apurações em andamento. A denúncia foi protocolada no STF.
Chiquini divulgou o vídeo na plataforma onde comenta que Dino está envolvido em possível ato de retaliação contra ele, reconhecendo a autenticidade das imagens. Em outras postagens, ele criticou também a proximidade entre Odair José e o ministro, sem montagens.
O material foi publicado inicialmente em 17 de fevereiro, com registro de Dino em São Luís durante o Carnaval de 2023, em clima festivo. Em novas publicações, o advogado questiona se o episódio foi divulgado a pedido de Dino e aponta perseguição política.
Dino, por sua vez, já lançou alertas aos próprios apoiadores do STF. Em 22 de maio de 2024, durante uma sessão da Primeira Turma, ele advertiu Chiquini sobre o tom da sustentação e mencionou a eventual prisão por desrespeito à ordem da sessão.
Em outra sessão, meses depois, Dino criticou a forma como o advogado conduzia as sustentações, segundo relatos da corte. Em 9 de dezembro de 2025, houve uma interrupção de um policial na tribuna por ordem do ministro, que presidia o colegiado, para que Chiquini retornasse ao seu lugar.
Entre na conversa da comunidade