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Vínculos de Epstein com agentes da CBP acionam investigação do DOJ

Vínculos de Epstein com agentes da CBP abriram apuração do DOJ; não houve acusações, mas padrões de conduta são questionados.

Photo-Illustration: Wired Staff; Getty Images
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  • Documentos indicam que oficiais da CBP nas Ilhas Virgens americanas desenvolveram relações próximas com Jeffrey Epstein anos após sua condenação em 2008.
  • Epstein recebia esses oficiais em Little Saint James, oferecia passeios de helicóptero para observar baleias e mandava até cannolis para festas, além de reclamar de supostos abusos por parte de outros agentes.
  • Os oficiais eram chamados de “amigos” por Epstein; não houve acusações formais contra eles relacionadas ao caso, e pelo menos um se aposentou com pensão.
  • A investigação do Departamento de Justiça envolveu subpoenas a empresas de crédito em 2020 e mencionações de possível fraude ao governo, porém não houve responsabilização formal dos oficiais.
  • O piloto Larry Visoski afirmou que Epstein buscava manter contatos com os agentes; autoridades não comentaram sobre o andamento ou desfecho da apuração.

O caso envolve Jeffrey Epstein e oficiais da CBP que atuaram na Ilha Little Saint James, nos territórios dos EUA, nas últimas décadas. Documentos públicos indicam que Epstein cultivou laços com agentes federais após sua condenação de 2008. A investigação federal examinou possíveis indícios de irregularidades.

Segundo registros, vários agentes promoveram encontros com Epstein após 2008, chegando a recebê-lo em visitas à ilha e a participar de passeios. Em alguns relatos, Epstein também oferecia contatos e tentava influenciar as interações com a CBP.

As ações ocorreram principalmente no território das Ilhas Virgens Americanas (USVI). Os encontros incluíram desde jantares e visitas a locais até propostas de atividades em helicóptero, além de discussões sobre o tratamento dado a Epstein por outras autoridades.

Quem esteve envolvido inclui oficiais da CBP citados nos documentos, entre eles supervisores e agentes em USVI. Não houve acusações formais contra esses oficiais até o momento, e pelo menos um se aposentou com pensão, sugerindo que não houve constatação de crime.

Quando tudo começou não está completamente claro, mas os registros relatam interações entre 2014 e 2016, com referências adicionais a comunicação em 2015 e 2016. A linha de investigação foi conduzida pela Justiça federal, com apoio da Procuradoria do Distrito Sul de Nova York.

Onde ocorreram os contatos: a maior parte das interações se deu em Little Saint James, propriedade associada a Epstein, e em pontos de passagem da CBP na região de USVI. A movimentação de Epstein também envolveu viagens com saída e entrada nos aeroportos locais.

Por que o episódio importa: as mensagens e e-mails mostram que Epstein pediu para manter contatos com agentes, e que alguns oficiais foram descritos como amigos em registros internos. Especialistas em ética pública destacam potencias conflitos de interesse e riscos à imparcialidade.

Desdobramentos oficiais indicam que a CBP e o Ministério Público não apresentaram acusações formais contra os agentes citados. O caso segue sob análise de autoridades federais, sem decisão pública sobre possíveis infrações.

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