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Malafaia aproveita turbulência com Moraes e convoca novo ato

Malafaia convoca ato em São Paulo enquanto acusa perseguição política e religiosa após seis meses de medidas cautelares impostas por Moraes

Malafaia aproveita turbulência envolvendo Moraes e faz nova convocação para ato
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  • O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, usou redes para marcar seis meses desde as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes do STF, ligadas a polêmicas com seu nome.
  • Em vídeo, ele classificou o período como perseguição política e religiosa e questionou a necessidade de manter o passaporte retido, alegando não haver risco de fuga.
  • Em vinte de agosto de dois mil e vinte e cinco, ao retornar de viagem, agentes da Polícia Federal apreenderam o passaporte, cadernos teológicos e celular; também houve proibição de contato com investigados como Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
  • Malafaia figura entre os investigados em apuração que envolve também Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo; a PGR aponta fortes indícios de participação dele em ações de coação e obstrução de investigação.
  • Ao fim do vídeo, ele convocou ato público para primeiro de março, às quatorze horas, na Avenida Paulista, em São Paulo, mantendo críticas ao ministro Moraes.

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, marcou o que ele chamou de seis meses de medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. O anúncio ocorreu nesta sexta-feira (20) em suas plataformas digitais, em meio a críticas sobre o caso.

As medidas foram impostas após a passagem de Malafaia pela Polícia Federal no dia 20 de agosto de 2025, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Na ocasião, agentes cumpriram ordem de Moraes, apreenderam o passaporte do religioso, seus cadernos teológicos e o celular, e proibiram contato com investigados como Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.

O material divulgado nesta sexta mostra Malafaia afirmando não haver risco de fuga suficiente para justificar a retenção do passaporte. O pastor também criticou a tramitação do inquérito das fake news, aberto em 2019 e sob relatoria de Moraes, ao qual atribui atraso e interpretação excessiva daquilo que chama de liberdade de expressão.

Contexto da investigação

Malafaia figura como investigado em apuração que envolve Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo. A Procuradoria-Geral da República aponta fortes indícios de participação do pastor em ações de coação e obstrução de investigação, inclusive com uso de ameaças de sanções internacionais.

Convocação de manifestação

Ao final do vídeo, Malafaia chamou apoiadores para um ato público em 1º de março, às 14h, na Avenida Paulista, em São Paulo. O material também inclui críticas ao ministro Alexandre de Moraes, atribuindo a ele a condução de uma perseguição.

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