- Em Santo Amaro, numa ação movida por Décio Yoshimoto, o aluguel de um apartamento envolvendo Junior Lima e seus pais, Xororó e Noely, vai a perícia de engenharia civil.
- O juiz Sérgio Ludovico Martins determinou a realização da perícia para esclarecer se houve infiltrações e mofo causadores de danos à saúde, e se as condições do imóvel eram de risco.
- Décio Yoshimoto afirma que Junior rescindiu o contrato antes do prazo mínimo, alegando má condição do imóvel devido a umidade, além de criticarem festas que teriam prejudicado o imóvel.
- Os músicos contestam a cobrança de aproximadamente R$ 100 mil, pedindo a suspensão da cobrança até o julgamento das alegações, com garantia de pagamento apresentada por meio de um veículo.
- A perícia tem prazo de trinta dias para apresentar o laudo completo, que será decisivo para o desfecho do processo.
O que aconteceu envolve Junior Lima, irmão de Sandy, e Xororó, que estão em batalha judicial com o dono de um apartamento alugado pelo cantor. O caso envolve uma cobrança de multa por quebra de contrato e acusações de condições inadequadas do imóvel. Uma perícia foi determinada pela Justiça para esclarecer as questões.
Quem está envolvido: Junior Lima; Xororó e Noely, pais do cantor, como réus, e Décio Yoshimoto, empresário e proprietário do imóvel. A ação é movida por Yoshimoto, que reclama multa de aproximadamente R$ 100 mil. Os réus contestam a cobrança e pedem a suspensão do valor até a conclusão do processo.
Quando e onde aconteceu: o despacho ocorreu em 9 de fevereiro, na 7ª Vara Cível de Santo Amaro, em São Paulo. A perícia em engenharia civil foi autorizada para apurar a origem de infiltrações e mofo no imóvel, além de avaliar possível impacto à saúde dos ocupantes.
Por quê: a disputa envolve a rescisão do aluguel pelo artista antes do término previsto, sob argumento de condições insalubres no apartamento, com supostos danos à saúde. A parte autora sustenta que o imóvel era inadequado, enquanto a defesa nega a fundamentação da multa.
Desdobramentos da ação
A perícia terá 30 dias para entregar o laudo completo, que deve esclarecer se as infiltrações são da construção ou de fatores externos e se havia risco à saúde durante a ocupação. O resultado deve influenciar o desfecho da cobrança e possíveis responsabilizações.
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