- Pesquisa da Quaest, em parceria com a Genial Investimentos, mostra apoio de 82% à adoção de um código de ética para ministros do STF.
- Apenas 10% discordam, 1% não tem opinião formada e 7% não responderam.
- Entre eleitores de Jair Bolsonaro, 88% aprovam a medida; entre eleitores de Lula, 76% também são favoráveis.
- O apoio é expressivo em diferentes regiões, faixas etárias, níveis de escolaridade, renda e religiões, com pelo menos 74% em todos os grupos.
- Foram entrevistadas 2.004 pessoas entre 5 e 9 de fevereiro; a margem de erro é de mais ou menos 2 pontos percentuais.
A maioria dos brasileiros é favorável à criação de um código de ética para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O tema ganhou destaque com a defesa do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, e é apresentado como prioridade na pauta da instituição.
Uma pesquisa da Quaest em parceria com a Genial Investimentos aponta que 82% dos entrevistados concordam com a frase: o STF precisa de um código de ética e conduta para os ministros. A sondagem também mostra 10% de discordância e 1% sem opinião.
Dados da pesquisa
O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os resultados indicam apoio robusto entre eleitores de distintas posições partidárias, incluindo Bolsonaro e Lula.
Entre os fatões eleitorais, 88% dos eleitores de Jair Bolsonaro aprovam a medida, enquanto 76% dos votos em Lula também são favoráveis. Além disso, o apoio se mantém consistente em diferentes regiões, gêneros, idades, níveis de escolaridade, renda e religiões.
Panorama por perfil demográfico
Os índices de aprovação aparecem elevados em todos os estratos populacionais. Não houve faixa com percentual abaixo de 74% de apoio, segundo a pesquisa, o que sinaliza aceitação ampla entre homens, mulheres e diferentes segmentos da sociedade.
Contexto institucional
O tema ganha relevância à medida que Fachin acelera a elaboração de um texto do código de ética para ministros do STF. A iniciativa busca estabelecer normas de conduta, transparência e responsabilização, segundo a leitura do presidente da Corte.
Desdobramentos e próximos passos
A pesquisa não determina cronograma, mas reforça demanda social por regras claras para o STF. Especialistas apontam que o código pode influenciar debates sobre independência judicial e integridade institucional nos próximos meses.
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