- Josias de Souza afirma que as suspeitas sobre o ministro Dias Toffoli expõem riscos de abafamento das investigações, e que a Polícia Federal ainda não foi acionada contra ele.
- Segundo o colunista, Toffoli seria sócio de uma empresa ligada à venda de um resort ao fundo Master, fato que ele teria omitido e, posteriormente, reconhecido em nota oficial.
- O ministro teria recebido dinheiro pela venda de cotas do resort, de acordo com o material apresentado pelo comentarista.
- Na sequência, Toffoli ordenou que a Polícia Federal enviasse a ele dados digitais ligados ao caso, sinalizando a intenção de ampliar o controle sobre as informações.
- O relato de Josias de Souza sustenta que Toffoli acabou não mantendo condições de atuar como relator do caso após as evidências apresentadas.
Josias de Souza afirma que o avanço das suspeitas sobre o ministro Dias Toffoli e seus vínculos com o caso Master expõe riscos de abafamento das investigações. Segundo ele, o privilégio institucional pode explicar por que a Polícia Federal ainda não chegou à porta de Toffoli.
O colunista explica que Toffoli teria omitido a participação dele na empresa que vendeu um resort ao fundo Master, por meio da gestora Reag. A revelação dos repasses o levou a admitir participação na venda de cotas que envolvem familiares.
Ainda de acordo com a visão de Souza, Toffoli teria tentado influenciar a apuração de dados digitais ligados ao caso, pedindo que a PF encaminhasse à sua esfera informações obtidas por meio de mídias digitais. O autor afirma que houve sinal de tentativa de ampliar o controle sobre as informações.
O UOL News, veículo de origem dessa apuração, é apresentado de segunda a sexta-feira em duas edições, às 10h e às 17h, com produção e apresentação de equipe própria. O conteúdo está disponível pelo site, YouTube, Facebook e serviços de streaming do UOL.
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