- Pesquisa Quaest encomendada pela Genial Investimentos ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de fevereiro; 82% concordam que o STF precisa de um código de ética e conduta, 1% não sabe/não respondeu, 10% discordam e 7% não respondeu.
- A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
- O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que a elaboração de um código de ética é compromisso da gestão e que o momento requer ponderação e autocorreção.
- Um código de conduta é visto como documento que reúne princípios, valores e normas para guiar o comportamento dos membros da instituição.
- O contexto envolve críticas à conduta de Dias Toffoli; ele afirmou ser sócio da empresa Maridt, ligada à venda de um resort a fundos associados ao Master, e negou amizade ou recebimento de pagamentos.
O levantamento Quaest, encomendado pela Genial Investimentos, aponta apoio majoritário a um código de ética para o STF. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 5 e 9 de fevereiro, em todo o país.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O objetivo foi medir a percepção sobre a necessidade de normas éticas para ministros do Supremo.
Conforme o levantamento, 82% concordam com a ideia; 10% discordam; 1% não respondeu ou ficou em dúvida e 7% não souberam/não opinaram.
Código de Ética no STF
No início de fevereiro, o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que a elaboração de um código de ética para o tribunal é um compromisso de sua gestão. Ele destacou o momento de ponderação e autocorreção, durante a abertura do ano judiciário.
Fachin ressaltou a importância de fortalecer a função institucional e a convivência entre Poderes, enfatizando a busca por equilíbrio e independência. A fala reforçou a agenda de debates sobre conduta no tribunal.
Um código de ética é visto como um documento que reúne princípios, valores e normas de conduta para todos os integrantes de uma instituição, orientando decisões e comportamentos.
Controvérsias e desdobramentos
Entre críticas ao STF, ganharam relevância debates sobre conduta de ministros. Em fevereiro, surgiram questionamentos envolvendo o ministro Dias Toffoli relacionado a investigações de fraudes envolvendo o Banco Master.
Toffoli reconheceu ser sócio de uma empresa que vendeu um resort no Paraná para fundos ligados ao Master. O ministro afirmou que não houve amizade ou pagamentos entre ele e as partes envolvidas. O tema envolve ainda- as relações entre ministros e o setor privado.
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