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Mulher polonesa presa no Reino Unido por matar o parceiro e enterrá-lo no jardim

Mulher polonesa é condenada a pelo menos 21 anos por assassinar a parceira e enterrá-la no jardim da casa que partilhavam na Inglaterra

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Anna Podedworna, 40 anos, foi condenada a prisão mínima de 21 anos no Derby Crown Court, no Reino Unido, pelo assassinato de Izabela Zablocka e ocultação do corpo.
  • Zablocka, 30 anos, sumiu em 2010; o casal mudou-se de Portugal? (Oops: disregard) – mantém: o casal, ambos poloneses, mudou-se para Derby em 2009.
  • A vítima foi morta em 2010, o corpo foi desmembrado e enterrado no jardim da casa que dividiam, e o local acabou concretado.
  • Podedworna alegou ter agido em autodefesa durante uma discussão violenta, mas foi julgada culpada por homicídio, além de obstrução de justiça e impedir enterro legal.
  • A juíza afirmou que as ações causaram profundo sofrimento à família de Zablocka; a confissão só veio após um jornalista polonês investigar o caso no ano anterior.

Anna Podedworna, de 40 anos, foi condenada por matar a parceira Izabela Zablocka, de 30, em 2010 e enterrá-la em meio a um jardim na casa em Derby, Inglaterra. A corpo foi dissecado, dividido ao meio e o espaço foi concretado posteriormente. A sentença mínima é de 21 anos.

A investigação revelou que Zablocka sumiu em 2011, após manter contato com mãe e filha naPolônia ter cessado repentinamente. Podedworna era colega de moradia e de origem polonesa, que imigrara para a Grã-Bretanha em 2009 buscando trabalho.

O veredito ocorreu após uma audiência no Derby Crown Court. A acusada alegou ter atuado em legítima defesa, durante uma discussão violenta, mas foi julgada culpada de homicídio. Também foi condenada por impedir enterro legal e por induzir o curso da justiça.

Contexto e desdobramentos

A juíza Heather Williams afirmou que a autora agiu com brutalidade ao tratar dos restos de Zablocka sem demonstrar remorso, demonstrando desdém pelo vínculo com a parceira. A decisão levou em conta o sofrimento da família de Zablocka, que buscava respostas sobre o paradeiro da pessoa.

Podedworna admitiu em depoimento posterior que revelou a localização do corpo apenas após reportagem de uma jornalista polonesa, publicada no ano passado. A polícia ainda investiga possíveis falhas na apuração inicial do caso.

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