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Ministério Público pede bloqueio de sites de 13 agências de barriga de aluguel

Fiscalía solicita bloqueo en España de trece agencias de gestación subrogada por publicidad ilícita

Un bebé nacido por vientre de alquiler en una imagen de archivo.
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  • A Procuradoria da Audiencia Nacional pediu ao Ministério da Igualdade que inicie o procedimento para bloquear o acesso, a partir da Espanha, a sites de 13 agências extracomunitárias que atuam com gestação por substituição.
  • A acusação sustenta que essas empresas anunciam e realizam práticas de gestação subrogada, consideradas ilegais na Espanha, em publicidade “ilícita”.
  • Entre as empresas citadas estão Go4Baby, Success–Maternidad Subrogada, Circle Surrogacy, Growing Generations, Invest Medical LLC, Betaplus Fertility e Miracle Surrogacy, além de outros nomes como Tammuz Family, New Life Global Network, Surrogacy Beyond Borders, Surrogacy4All, Family Source Consultants e Surrogacy Network.
  • A investigação envolve atividades promovidas principalmente nos Estados Unidos, Canadá, México, Colômbia, Ucrânia e Geórgia; a ação foi ampliada após denúncias apresentadas em 2024 pela Associação Feminista As Furias.
  • A Procuradoria pede que a Secretaria de Estado da Igualdade, em parceria com as operadoras de internet, bloqueie o acesso às páginas e a seus subdomínios, garantindo respaldo judicial caso haja impactos na liberdade de expressão.

A Fiscalía da Audiencia Nacional solicitou ao Ministério de Igualdade que inicie o procedimento administrativo para bloquear o acesso no Brasil a páginas de 13 agências de gestação subrogada. A medida decorre de denúncias sobre publicidade ilícita de prática proibida em Espanha.

Segundo o órgão, as empresas promovem e realizam gestação suborgada, atividade declarada ilegal no país. O pedido é fruto de investigações iniciadas após várias denúncias recebidas em 2024 pela Associação Feminista As Furias, que também acionou o Defensor do Povo.

Envolvidos e alcance

Entre as empresas apontadas estão Go4Baby, que opera programas em Georgia, Ucrânia, Colômbia e México, e promete “transparência e segurança” aos interessados; Success–Maternidad Subrogada, com base nos EUA e em Israel; Circle Surrogacy, Growing Generations e Invest Medical LLC, dos EUA; Betaplus Fertility, da Geórgia; e Miracle Surrogacy, do México.

A lista também inclui Tammuz Family, New Life Global Network, Surrogacy Beyond Borders, Surrogacy4All, Family Source Consultants e Surrogacy Network. De acordo com o documento, as operações concentram-se em países como EUA, Canadá, México, Colômbia, Ucrânia e Geórgia.

Procedimento e motivação

A iniciativa pediu aos serviços de acesso à internet no Brasil que bloqueiem o domínio e todos os subdomínios que levem ao conteúdo considerado ilícito. A atuação discute, ainda, a necessidade de uma decisão judicial quando houver impacto sobre direitos de expressão e informação.

A investigação teve início com denúncias, em 2024, da Associação Feminista As Furias, resultando na intervenção do Defensor do Povo. Houve divergência de competência entre fiscalias provinciais de Madrid, Barcelona e Málaga, que resultou na centralização na Audiencia Nacional.

Contexto legal

Desde 2023, a lei espanhola trata a gestação por terceiros como uma forma grave de violência reprodutiva. O Ministério Público afirma que a medida visa prevenir e reprimir a prática, assegurando cumprimento da norma.

O Ministério da Igualdade ainda não confirmou se já recebeu o texto da Fiscalía. A pasta destacou que não há avaliação até o momento sobre o conteúdo do escrito.

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