- Os ex-advogados de Brenton Tarrant disseram à corte que ele mostrou sinais de ansiedade durante o julgamento original, mas não parecia depressivo.
- Tarrant, australiano, tenta reverter a condenação na Corte de Apelação em Wellington e obter um novo julgamento.
- O ataque, em Christchurch, ocorreu em março de 2019, contra duas mesquitas, durante as orações de sexta-feira, e foi transmitido ao vivo pela internet.
- Ele está cumprindo pena de prisão perpeta sem possibilidade de liberdade condicional; foi condenado por homicídio, tentativas de homicídio e ato de terrorismo.
- A sessão de apelação, com cinco dias de duração, deve terminar nesta sexta-feira; os advogados atuais têm nomes e identidades suprimidos pelo tribunal.
Brenton Tarrant, o atirador de Christchurch, chegou a Wellington nesta semana para a análise de recurso no Court of Appeal. Os ex-advogados dele afirmam que houve sinais de ansiedade durante o julgamento original, mas não depressão. O réu busca reverter a condenação e obter novo julgamento.
Os advogados Jonathan Hudson e Shane Tait, que o representaram entre 2019 e 2020, relataram ao tribunal que Tarrant reclamou de tratativas na custódia, como algemas e uso de macacão suicida. Segundo o New Zealand Herald, eles sustentaram que ele apresentou ajustamento no período inicial.
Hudson disse que se inspirou em avaliações de saúde mental que, segundo ele, indicaram que a capacidade de Tarrant de colaborar com a defesa não estava comprometida. O caso envolve 51 acusações de murder, 40 de tentativa de assassinato e um ato terrorista.
Tarrant abriu fogo em duas mesquitas em Christchurch, em março de 2019, durante as orações de sexta-feira. O ataque foi transmitido ao vivo pelo Facebook com uma câmera na cabeça, configurando o pior ataque armado da história do país.
O réu, australiano, cumpre pena de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. A sessão de apelação está marcada para cinco dias, com encerramento previsto para sexta-feira. A defesa permanece com identidade protegida por ordem judicial.
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