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Novo México processa Meta por facilitar predadores de menores

New Mexico acusa Meta de ocultar riscos a menores; júri analisará contradições entre discurso público e pesquisas internas da empresa

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Mark Zuckerberg.
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  • Novo México abriu processo contra a Meta, acusando a empresa de enganar o público sobre os riscos de dano às crianças nas plataformas Facebook e Instagram.
  • O estado sustenta que declarações públicas dos executivos contradiziam pesquisas internas e evidências sobre os prejuízos aos adolescentes.
  • A Meta nega as acusações, afirmando que a empresa divulga riscos e trabalha para mitigar problemas; o caso foca também se houve fraude nas informações ao público.
  • O processo envolve uma investigação com contas decoy que levaram à prisão de três suspeitos de predadores infantis; o estado afirma que as plataformas são projetadas de forma viciante.
  • O julgamento ocorre em meio a outro caso de alto perfil em Los Angeles, contra a Meta e o YouTube, sobre dano à saúde mental e uso compulsivo; a Meta recusa denúncias de mau funcionamento.

O estado do Novo México abriu na segunda-feira uma ação contra a Meta, acusando a empresa de facilitar a presença de predadores de menores em Facebook e Instagram. A ação sustenta que declarações públicas dos executivos contrariam pesquisas internas sobre os riscos para jovens usuários. A acusação aponta prioridade a lucros e à liberdade de expressão em detrimento da segurança infantil.

A promotoria afirma que a Meta projetou seus serviços de forma a serem viciantes, mesmo ciente dos danos potenciais. Além disso, há uma investigação paralela envolvendo contas de teste que teriam atraído predadores. Três suspeitos teriam sido presos como resultado dessa operação de vigilância.

Segundo o estado, a Meta teria blecado informações ao público e aos reguladores, enquanto sabia de números que sinalizam risco. A defesa sustenta que a companhia divulga riscos quando identifica violações, e que situações perigosas são tratadas com medidas de mitigação.

Desdobramentos e testemunhas

O júri ouvirá ex-funcionários da Meta que supostamente detalharão a resposta insuficiente a comportamentos prejudiciais. A defesa argumenta que, embora haja conteúdo inadequado, a empresa atua para corrigir e comunicar os riscos.

O caso de Novo México é um dos dois principais processos sobre responsabilidade de redes sociais que começaram com argumentos iniciais nesta semana. O outro ocorre em Los Angeles, envolvendo uma jovem cuja identidade é sigilosa e acusa Meta e YouTube de fomentar uso compulsivo.

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