- Ghislaine Maxwell, cúmplice de Jeffrey Epstein, deporá por videoconferência em comissão da Câmara dos EUA, a portas fechadas, nesta segunda-feira 9, devendo invocar o direito de não se pronunciar.
- Maxwell cumpre pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual de menores.
- A comissão de Supervisão da Câmara, controlada pelos republicanos, investiga as conexões de Epstein com figuras públicas e a gestão de informações sobre seus crimes.
- Advogados de Maxwell solicitaram imunidade para testemunhar, mas o Congresso rejeitou; sem imunidade, ela deverá invocar a Quinta Emenda.
- Filiações políticas e nomes de figuras públicas envolvendo Epstein têm ganhado destaque desde a publicação de novos arquivos, gerando repercussão internacional.
Ghislaine Maxwell, cúmplice do falecido Jeffrey Epstein, depõe a portas fechadas nesta segunda-feira perante a Comissão de Supervisão da Câmara dos Estados Unidos, por videoconferência desde a prisão. Ela cumpre pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual de menores e não deverá responder perguntas, mantendo o direito de não se autoincriminar.
A comissão, controlada pelos republicanos, investiga as conexões de Epstein com figuras públicas e a forma como informações sobre seus crimes foram gerenciadas. Maxwell é chamada a testemunhar sobre eventual envolvimento ou conhecimento de atividades criminosas associadas a Epstein.
Advogados de Maxwell já solicitaram imunidade para que ela possa testemunhar, mas a imunidade foi negada pelos congressistas. Sem essa proteção, a defesa já indicou que a advogada invocará o direito constitucional de não se autoincriminar.
Contexto relacionado ao caso
Desde 30 de janeiro, foram divulgados novos arquivos sobre Epstein, ampliando o escrutínio de líderes políticos e empresários ligados ao caso. Além disso, a prisão de Maxwell em relação ao caso de tráfico sexual de menores continua no centro de um debate público sobre responsabilidade de cúmplices e de quem teve conhecimento das atividades.
Epstein foi condenado em 2008 por solicitar prostituição de uma menor e morreu em 2019 na prisão, enquanto aguardava julgamento por exploração sexual de mulheres. A divulgação de novas informações tem sustentado a cobertura jornalística sobre o escândalo e seus impactos.
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