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Autor condenado por abuso infantil após livro retrata adulto como criança

Executiva de caridade cristã é considerada culpada por três acusações de material de abuso infantil após romance que descreve adulto em papel de criança, em Sydney

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Lauren Ashley-Mastrosa leaves Blacktown Local Court in Sydney, Thursday, December 4, 2025. A Christian charity marketing executive who moonlights as a taboo erotic fiction author has been charged over allegations her latest book contains child abuse material. (AAP Image/Dan Himbrechts) NO ARCHIVING
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  • A executiva de uma instituição de caridade cristã de Sydney, Lauren Ashley Mastrosa (34), escreveu o livro Daddy’s Little Toy sob o pseudônimo Tori Woods.
  • A obra retrata uma mulher de dezoito anos que faz papel de criança pequena com um homem mais velho.
  • Mastrosa foi considerada culpada por três acusações de material de abuso infantil em uma corte de Sydney.
  • A magistrada Bree Chisholm afirmou que o livro objetifica sexualmente crianças.
  • A autora havia divulgado uma pré-lancamento para vinte e um leitores; vinte e um havia sido divulgado, e foram apreendidas dezesseis cópias físicas em sua residência; a sentença ainda não foi proferida.

A executiva de uma instituição de caridade cristã foi considerada culpada de abuso infantil após escrever um livro que descreve um adulto simulando ser uma criança. O caso envolveu Lauren Ashley Mastrosa, 34 anos, que escreveu o romance Daddy’s Little Toy sob o pseudônimo Tori Woods. A decisão ocorreu em um tribunal de Sydney.

O livro retrata uma jovem de 18 anos que faz papel de toddler com um homem mais velho, conteúdo que levou a outrage e às acusações de material de abuso infantil. A magistrada Bree Chisholm afirmou que a obra objetifica sexualmente crianças, criando uma imagem visual de atividade sexual entre um homem adulto e uma criança.

Mastrosa admitiu ter enviado uma prévia do romance a 21 leitores em março, antes de uma denúncia aos policiais. Durante a busca em casa, os agentes encontraram 16 exemplares impressos da obra, o que fundamentou as acusações de produção, posse e divulgação de material de abuso infantil. O caso ainda tem a fase de sentença pendente.

O tribunal de Sydney considerou que Mastrosa produziu conteúdo que, ao ser lido, facilita a visualização de abusos sexuais envolvendo menor. A defesa não apresentou declaração pública até o momento da divulgação desta notícia. A próxima etapa processual prevê a fixação da pena em data a ser determinada pelo tribunal.

Notas adicionais foram incluídas para orientação de apoio a vítimas no país, com contatos de serviços de apoio disponíveis para crianças, jovens, familiares e sobreviventes.

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