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Justiça decreta prisão de suspeito por morte de professora em Porto Velho

Prisão preventiva é decretada para aluno suspeito de matar professora e escrivã da Polícia Civil em sala de aula, Faculdade Metropolitana, Porto Velho

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
A professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia Juliana Mattos Lima Santiago. Foto: Reprodução/Redes Sociais
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  • A justiça decretou a prisão preventiva do suspeito de matar a professora Juliana Mattos Lima Santiago, escrivã da Polícia Civil de Rondônia, em Porto Velho.
  • O crime ocorreu na noite de sexta-feira, 6, dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana; Juliana não resistiu aos golpes de faca.
  • O acusado, João Júnior, é aluno da instituição e foi preso em flagrante.
  • Na audiência de custódia realizada neste sábado, o Ministério Público pediu a prisão preventiva para garantir a ordem pública.
  • Entidades locais manifestaram pesar e indignação, destacando que a violência contra mulheres em espaços de educação não é aceitável.

A Justiça decretou neste sábado a prisão preventiva de João Júnior, suspeito de matar Juliana Mattos Lima Santiago, 41, professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia. O crime ocorreu na noite de sexta-feira, dentro de uma sala de aula da Faculdade Metropolitana, em Porto Velho. Juliana foi atingida por golpes de faca e não resistiu.

O acusado, aluno da instituição, foi preso em flagrante. Na audiência de custódia, o Ministério Público pediu a prisão preventiva para garantir a ordem pública. O MP classificou o ato como covarde e afirmou que atuará com firmeza na apuração.

O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela faculdade, manifestou profundo pesar. Diz que a violência não apagará o legado da professora, reconhecida pela excelência acadêmica, ética e dignidade.

A Assembleia Legislativa de Rondônia manifestou indignação com a morte de Juliana. Emitiu nota ressaltando que não é admissível que mulheres sejam vítimas de violência, principalmente em locais destinados à educação.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa do acusado de matar a professora.

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