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Foragido nos EUA, Ramagem presta depoimento ao STF por videoconferência

Foragido nos EUA, Ramagem depõe ao STF por videoconferência; silêncio parcial e retomada de processo ligado à trama golpista

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Alexandre Ramagem, ex-deputado federal e ex-diretor da Abin
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  • O ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) prestou depoimento ao STF por videoconferência e está foragido nos Estados Unidos.
  • Ramagem ficou em silêncio em parte do depoimento, dizendo que usaria o direito ao silêncio de forma seletiva.
  • O interrogatório faz parte de ação relacionada à trama golpista; ele é réu por dano qualificado ao patrimônio da União e por deterioração de patrimônio tombado, com retorno do julgamento determinado após a Câmara cassar seu mandato.
  • Ele foi condenado por golpe de Estado em setembro, mas parte da ação foi suspensa pelo STF por entender que os crimes ocorreram após a diplomação.
  • Ramagem fugiu para os EUA em setembro, atravessando a fronteira com a Guiana usando passaporte diplomático; o governo americano está com o pedido de extradição, encaminhado pela Justiça brasileira, em dezembro.

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) prestou depoimento ao STF por videoconferência nesta terça-feira. Condenado pela participação em atos golpistas, ele está foragido nos Estados Unidos.

Segundo o termo da audiência, Ramagem permaneceu em silêncio em parte do interrogatório. Ele alegou uso seletivo do direito ao silêncio, respondendo apenas a algumas perguntas da juíza auxiliar e de seu advogado.

A ação penal a que responde envolve dano qualificado ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. O julgamento estava suspenso, mas foi retomado após decisão da Câmara cassar o mandato de Ramagem.

Contexto do processo

Parte da acusação envolve os atos golpistas de 8 de janeiro, cuja linha do tempo aponta para fatos ocorridos após a diplomação do ex-deputado, o que influenciou a segmentação das acusações no STF.

Ramagem deixou o Brasil pela fronteira com a Guiana em setembro, utilizando passaporte diplomático, conforme investigações. A defesa sustenta que há vínculos com o caso apenas pela atuação anterior.

Medidas e andamento

O Ministério da Justiça encaminhou nota verbal em 30 de dezembro de 2025 solicitando a extradição do ex-deputado aos EUA. O governo americano é o órgão responsável pelo trâmite da requisição.

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