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CPI do crime organizado aponta alvo: a família Moraes

CPI do crime organizado mira escritório da esposa de Moraes após contrato de 129 milhões com Banco Master, sob suspeita de ligação com lavagem de dinheiro

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira, pediu a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do escritório Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e que ela seja convocada para depor, sob suspeita de relação com o contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master.
  • O escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados foi contratado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para defender o empresário em diversas instâncias judiciais e órgãos do governo.
  • O tema aparece no programa Última Análise desta quinta-feira, com a participação de Deltan Dallagnol, Daniel Vargas e Francisco Escorsim.
  • A CPI do INSS ouviu o atual presidente do órgão, Gilberto Waller Junior, que afirmou não ter se reunido diretamente com Vorcaro e que o acordo de cooperação técnica com o banco não foi renovado antes da liquidação, por haver reclamações sobre irregularidades nos serviços e empréstimos consignados.
  • No âmbito político, Lula criticou o Judiciário ao defender mandatos para ministros; e o ministro Flávio Dino suspendeu penduricalhos no serviço público, mantendo o teto de remuneração de R$ 46.366, com a decisão sujeita a análise no Plenário do STF.

O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira, pediu a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados. A medida envolve a esposa do ministro Alexandre de Moraes e a investigação sobre um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master. Também foi requisitada a convocação de Viviane Barci de Moraes para depor.

A apuração aponta que o escritório foi contratado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, para defender o empresário em diversas instâncias judiciais e órgãos do governo. A denúncia envolve possíveis elos com esquemas de lavagem de dinheiro.

Este é o ponto de partida do programa Última Análise desta quinta-feira. Participam o ex-procurador Deltan Dallagnol, o professor da FGV Daniel Vargas e o escritor Francisco Escorsim.

A tensa CPI do INSS

O programa aborda ainda os últimos movimentos da CPI do INSS. A comissão ouviu o presidente do INSS, Gilberto Waller Junior, que afirmou não ter se reunido diretamente com Daniel Vorcaro. Ele ainda informou que o acordo de cooperação técnica com o banco não foi renovado, antes da liquidação, devido a reclamações sobre irregularidades.

Lula critica Judiciário

Os convidados analisam a crítica do presidente Lula ao Judiciário. O petista disse que os ministros do STF deveriam atuar por mandato. A ideia é discutir mudanças de regra para a atuação dos tribunais no equilíbrio entre poderes.

Flávio Dino suspende penduricalhos

Outro tema é a decisão do ministro Flávio Dino de suspender os chamados penduricalhos do serviço público nos Três Poderes. A liminar reforça o teto de remuneração de R$ 46.366. A medida será apreciada pelo Plenário do STF em data ainda a ser definida.

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