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Tribunal húngaro condena ativista alemão de esquerda a 8 anos por agressão

Juiz húngaro condena ativista alemã de esquerda a oito anos de prisão por tentativa de dano corporal em grupo organizado, ligado a ataques contra simpatizantes da extrema direita

German left-wing activist, Maja T., who faces charges for taking part in an anti-fascist assault on far-right activists, appears in court in Budapest, Hungary, February 4, 2026.
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  • Tribunal na Hungria condenou a oito anos de prisão uma cidadã alemã, identificada como Maja T., por agressão a simpatizantes de ultran esquerda, em Budapeste, em 2023, durante ato anti-fascista.
  • Ela foi presa em Berlim em dezembro de 2023, sob mandado europeu, e transferida para a Hungria para o julgamento.
  • A acusação a declarou culpada de “tentativa de causar dano corporal… como parte de um grupo criminoso organizado”.
  • O caso ganhou atenção internacional depois que o Tribunal Constitucional da Alemanha apontou, em fevereiro de 2025, que a extradição foi ilegal; Maja T. se identifica como não-binária.
  • O contexto político na Hungria, sob o governo de o Viktor Orban, inclui políticas que geram disputas com a União Europeia, inclusive sobre direitos de pessoas LGBTQ+, tema citado na cobertura.

Um tribunal na Hungria condenou oito anos de prisão um cidadão alemão por agressão a supostos simpatizantes de ultra-direita em Budapeste, em 2023. A pena foi aplicada a Maja T., identificada apenas pelo gênero não binário.

A acusação afirma que Maja T. integrou um grupo de esquerda radical que planejou “confrontos ideológicos com ataques violentos” contra apoiadores da direita extremista, com uso de instrumentos capazes de causar morte. O caso ganhou repercussão internacional.

A decisão ocorreu após Maja T. ser presa em Berlim, em dezembro de 2023, via mandado europeu de prisão, e transferida para a Hungria. O juiz considerou a conduta como tentativa de causar dano corporal dentro de um grupo criminoso organizado.

O julgamento também envolveu outros acusados, incluindo a italiana Ilaria Salis, que teve a prisão domiciliária suspensa em 2024 após ser eleita eurodeputada. Os promotores haviam pedido 11 anos de prisão para Salis.

A conduta é abordada no contexto de tensões políticas entre a Hungria e a União Europeia, com debates sobre direitos LGBTQ+. Autoridades húngaras garantiram que não há discriminação contra pessoas não-binárias em prisões, segundo o governo local.

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