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Justiça bloqueia R$ 7,7 milhões de Daniel Alves por pagamentos do São Paulo

Justiça determina bloqueio de R$ 7,7 milhões de Daniel Alves após acordo entre São Paulo e jogador, cobrado pelo fundo GAD; intimação ocorreu em janeiro

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • O São Paulo pagou Daniel Alves em acordo de rescisão de 2021, e o fundo de investimentos GAD pediu o bloqueio de R$ 7,7 milhões das contas do jogador.
  • O tribunal aprovou o bloqueio em 12 de janeiro, totalizando R$ 7.701.326,56, com intimação via Sisbajud.
  • O GAD alega que, em 16 de setembro de 2021, Alves assinou contrato de rescisão com o São Paulo no valor de R$ 22,8 milhões, dividido em 60 parcelas de R$ 380,6 mil.
  • Em 2 de setembro de 2022, Alves firmou acordo de cessão de crédito com o fundo, recebendo R$ 11,5 milhões pelo restante de parcelas que deveriam ser pagas pelo São Paulo, que teriam valor de face de R$ 19,8 milhões em 52 parcelas; o jogador deveria repassar os valores ao GAD assim que recebesse do clube.
  • A dívida cresceu após 2023, quando Alves foi preso preventivamente na Espanha e houve conflitos de pagamentos entre o clube, o fundo e a ex-mulher do jogador; o caso resultou no bloqueio judicial anunciado no fim de 2024 e permanece em andamento.

O São Paulo firmou um acordo com Daniel Alves em 2021 que resultou em pagamentos ao jogador. A decisão judicial atual bloqueou R$ 7,7 milhões das contas de Alves.

O pedido foi acolhido pelo tribunal em 12 de janeiro, com o valor total de R$ 7.701.326,56. O bloqueio foi efetivado por meio do sistema Sisbajud, que intimou o jogador.

A ação é movida pelo fundo de investimentos GAD, especializado em direitos creditórios. O valor envolve uma rescisão de 2021 em que o clube pagaria R$ 22,8 milhões em 60 parcelas.

Ajuste de crédito e cessão

Em 2 de setembro de 2022, Alves assinou acordo com a GAD para ceder as parcelas restantes da rescisão ao fundo. O GAD pagou R$ 11,5 milhões pelo acordo, frente a um valor de face de R$ 19,8 milhões.

A dívida final de Alves com o São Paulo somava R$ 19,8 milhões, com 52 parcelas devidas. O jogador repassaria os valores à GAD assim que recebesse do clube, conforme o ajuste.

A partir de 2023, Alves ficou preso preventivamente na Espanha, enquanto aguardava denúncia por estupro. Dinorah, sua ex-mulher e procuradora, afirmou não ter conhecimento do acordo e deixou de pagar.

A GAD notificou o São Paulo para depositar diretamente à conta do fundo, o que elevou o saldo devedor e gerou prejuízos, sobretudo quando parte dos valores vinha da pensão do filho do jogador.

O montante total chegou a R$ 7,7 milhões e passou a tramitar na Justiça em outubro do ano passado, com pedido de apreensão de imóveis e veículos no Brasil.

A ESPN não tem contato atualizado de Alves. Caso haja manifestação, a reportagem será atualizada.

No fim de 2025, Alves fechou a compra do Sporting Clube de São João de Ver, em Portugal, da terceira divisão. Hoje, aos 42 anos, foi absolvido pela Justiça da Catalunha em março, por insuficiência de provas.

O lateral havia sido condenado a quatro anos e meio de prisão em fevereiro de 2024. A denúncia partiu de uma jovem de 23 anos que alegou abuso no dia 31 de dezembro de 2022 em Barcelona.

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