Em Alta NotíciasAcontecimentos internacionaisFutebolConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

EUA acusam suspeito de terrorismo pelo assassinato de diplomatas israelenses

Acusado de terrorismo, suspeito matou dois diplomatas israelenses; novo inquérito traz nove acusações, com pena máxima de morte ou prisão perpétua

Imagem do autor
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
U.S. Attorney for District of Columbia Pirro speaks about Elias Rodriguez, suspect in fatal shooting of two Israeli embassy staffers, in Washington
0:00
Carregando...
0:00
  • Elias Rodriguez, 31, foi indiciado com quatro acusações adicionais de terrorismo, elevando o total de acusações relacionadas ao caso.
  • As novas acusações se somam a nove acusações anteriores; várias carregam pena máxima de morte ou prisão perpétua.
  • O tiroteio ocorreu durante um evento para jovens profissionais e diplomatas, promovido pela American Jewish Committee, em Washington, D.C.
  • Rodriguez atirou aproximadamente vinte vezes com uma arma semiautomática e, conforme a acusação, gritou “Free Palestine”; morreram dois funcionários da Embaixada de Israel, Yaron Lischinsky e Sarah Lynn Milgrim.
  • A promotoria ressaltou que as acusações de terrorismo trazem pena obrigatória de prisão perpétua sob o código de DC, em meio a um contexto de debates sobre o conflito no Oriente Médio.

Um homem acusado de matar dois funcionários diplomáticos israelenses em Washington, D.C., no ano passado foi indiciado por quatro novas acusações de terrorismo. A denúncia foi tornada pública nesta quarta-feira.

A nova acusação soma nove crimes, incluindo crimes de ódio, apresentados anteriormente. Diversas das acusações carregam a pena máxima de morte ou prisão perpétua, segundo o Escritório do Procurador dos EUA no Distrito de Columbia.

“As acusações terroristas adicionais carregam uma sentença obrigatória de prisão vital”, afirmou a promotora chefe Jeanine Ferris Pirro em nota. O caso envolve Elias Rodriguez, 31, apontado como autor dos disparos.

Rodriguez teria aberto fogo em pessoas que deixavam um evento para jovens profissionais e diplomatas organizado pela American Jewish Committee, grupo que combate o antissemitismo e apoia Israel. Ele efetuou cerca de 20 tiros com uma pistola semiautomática e teria gritado Free Palestine, segundo autoridades.

Os tiros mataram Yaron Lischinsky, 30, e Sarah Lynn Milgrim, 26, que trabalhavam na Embaixada de Israel em Washington. A polícia federal informou que Rodriguez escreveu e publicou um manifesto na tentativa de justificar suas ações e inspirar violência política.

O ataque ocorreu em meio a debates acirrado sobre o conflito no Gaza e protestos estudantis nos Estados Unidos. O caso é considerado um ato de terrorismo pela promotoria, com desdobramentos jurídicos ainda em andamento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais