- O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Joel Ilan Paciornik, determinou a prisão do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, nesta terça-feira 3.
- Paciornik revogou a decisão anterior que autorizava a saída do rapper sob monitoramento de tornozeleira eletrônica.
- O relatório de monitoramento aponta 28 interrupções de sinal na tornozeleira em 43 dias, entre setembro e novembro do ano passado.
- Oruam é investigado pela polícia do Rio de Janeiro por associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal.
- Segundo as investigações, o rapper e outros acusados teriam tentado impedir a polícia de cumprir mandado de busca contra um adolescente ligado à segurança da organização criminosa Comando Vermelho, em julho passado; ele é filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, atualmente preso.
O ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou nesta terça-feira a prisão do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam. Paciornik revogou a decisão anterior que autorizava a soltura do artista com monitoramento por tornozeleira eletrônica.
O relatório de monitoramento aponta 28 interrupções de sinal da tornozeleira em 43 dias, entre setembro e novembro do ano passado. A gravidade do problema motivou a decisão de prisão do rapper.
Oruam é investigado pela polícia do Rio de Janeiro por associação ao tráfico de drogas, tráfico, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal.
Investigações e contexto
Conforme as investigações, o rapper e outros envolvidos teriam tentado impedir a polícia de cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente, que atuava como segurança de chefes da facção Comando Vermelho, em julho do ano passado.
O artista é filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, que está em penitenciária federal. A prisão segue sob sigilo de eficácias processuais, sem prazo definido para a conclusão.
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