- A Procuradoria Geral da Lituânia anunciou a abertura de investigação prévia sobre possível tráfico humano, ligada aos arquivos de Jeffrey Epstein que mencionam personalidades lituanas.
- A ação busca apurar circunstâncias de legalidade duvidosa e cooperação internacional, sem indicar suspeitos ou crimes específicos.
- O presidente Gitanas Nausėda pediu uma apurada e firme investigação das autoridades de aplicação da lei sobre o caso.
- A mídia local informou que nomes de modelos e artistas nacionais aparecem nos arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA.
- A polícia e o Ministério Público avaliam informações públicas, revisam o enquadramento legal e trocam dados com parceiros.
Pelo menos uma investigação de potencial tráfico humano foi lançada pela acusação geral da Lituânia, após a divulgação, pelos EUA, de documentos ligados ao falecido notório Jefrey Epstein que mencionam figuras lituanas. O anúncio foi feito nesta terça-feira.
O Ministério Público lituano afirma que é necessária uma investigação prévia para apurar as circunstâncias de possível ilegalidade e cooperação jurídica internacional. Não foram apontados suspeitos ou crimes específicos.
O presidente Gitanas Nausėda pediu uma apuração fundamentada pela lei e pela Justiça. Fontes da imprensa local indicam que nomes de modelos e figuras culturais lituanas aparecem nos arquivos divulgados pela Justiça norte-americana.
Alguns artistas anunciaram boicote ao festival Midsummer Vilnius, organizado pelo promotor Valdas Petreikis, citado nos documentos como recebendo pagamentos de Epstein. Petreikis afirmou não ter conhecimento dos crimes e está se afastando da promoção de eventos.
Policiais e autoridades são responsáveis por avaliar as informações tornadas públicas, revisar o enquadramento legal e manter intercâmbio de informações com parceiros, segundo o próprio Ministério Público.
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